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A Ministra da Coesão Territorial, Drª Ana Maria Abrunhosa, reuni-se, no passado dia 16 de junho, com os municípios da região e com a Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega (CIMAT), no sentido de discutir a reprogramação dos programas operacionais regionais do Portugal 2020 que permitirão aos municípios utilizar 13 milhões de euros em diversos projetos, sobretudo relacionados com o ‘pós-covid-19’.

O secretário-geral da CIMAT, Ramiro Gonçalves, explicou que “A Reprogramação 2020 (COVID 19) do PO Norte 2020 visa sobretudo adequar os fundos europeus ainda disponíveis, às prioridades da região no cenário COVID-19. Nesse sentido, parte da dotação que estava adstrita a projetos de eficiência energética nos edifícios da administração local e das medidas de inclusão ativa (CEI/CEI+) vão transitar para investimentos nas escolas, apetrechando-as de infraestruturas tecnológicas e procedendo à remoção das estruturas com amianto ainda existentes. Por outro lado, será utilizado valor atribuído à “Cultura para Todos”, que se destinava à realização de atividades de inclusão através da cultura, a favor dos equipamentos sociais, onde é incluída uma parcela dirigida aos Lares para permitir a sua adaptação às medidas destinadas a prevenir o contágio e conter a propagação da doença. Também nesta reprogramação, com dotações financeiras disponíveis no Apoio ao Emprego do SI2E e das medidas de inclusão ativa (CEI/CEI+) vai ser criado um Plano de Ação designado Transição Digital, de forma a cumprir a perspetiva do Governo, em ter até setembro, equipamentos informáticos para todos os estudantes. Neste âmbito, será ainda criado o instrumento “+CO3SO Investimento” que se destinará ao apoio ao investimento das micro, pequenas e médias empresas com a condição de manterem os seus postos de trabalho.”

Ramiro Gonçalves esclareceu ainda que “Não é dinheiro novo, mas uma reprogramação. O grande objetivo é ajudar a que os municípios e as comunidades intermunicipais aumentem a taxa de execução e redirecionem melhor essas verbas”.

A reunião contou ainda com a presença da Secretária de Estado da Valorização do Interior, Isabel Ferreira, e do secretario de Estado Adjunto e do desenvolvimento regional, Carlos Miguel.


Fundação La Caixa e FCT investem €20 milhões em investigação biomédica, ciências sociais e desenvolvimento do interior.

“A fundação espanhola La Caixa, maior acionista do Grupo CaixaBank, que detém o BPI, e a Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), assinaram três protocolos em Lisboa para reforçar a investigação biomédica, as ciências sociais e o apoio a projetos de desenvolvimento no interior do país. O objetivo é o financiamento conjunto, em partes iguais, de projetos de investigação no valor total de 20 milhões de euros através de candidaturas a três concursos: a Iniciativa Ibérica de Investigação e Inovação Biomédica (i4b), a Iniciativa Ibérica de Investigação e Inovação Social (i4s) e o Programa Promove.” in Expresso.

Para saber mais por favor visite o seguinte link:


Após um período alargado de encerramento fruto das restrições impostas pela pandemia de COVID-19, as Termas de Chaves reabriram ao público, permitindo assim que os aquistas possam novamente aproveitar todos os benefícios associados às águas termais de muito alta qualidade disponíveis no balneário.

A reportagem completa sobre a reabertura do espaço pode ser visualizada no seguinte link:


O Instituto Politécnico de Bragança definiu a oferta de Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTeSP) para o ano letivo 2020/2021, que irão funcionar no Alto Tâmega. 7 Cursos no total: 6 em Chaves e 1 em Valpaços.

No âmbito do protocolo assinado em 2018, a Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega (CIMAT) e o Instituto Politécnico de Bragança (IPB) continuam a aumentar a oferta formativa com a abertura de sete cursos técnicos superiores profissionais, uma alternativa ao ensino superior regular que tem como objetivo incentivar os jovens a prosseguir com os estudos após o 12º ano.

No próximo ano letivo – 2020/2021 – vão funcionar em Chaves seis CTeSP, nomeadamente:  Estética Cosmética e Bem-EstarInformática; Promoção Turística e Cultural; Qualidade e Tratamento de Água e Efluentes; Restauração e Inovação Alimentar e, ainda, Termalismo e Bem-Estar. Já em Valpaços vai abrir o CTeSP em Gestão Agrícola.

Os Cursos de Chaves serão lecionados na sede do Aquavalor, no edifício do antigo Magistério, e o Curso de Valpaços nas instalações da Casa do Vinho.

Recorde-se que os CTeSP conferem um Diploma de qualificação de nível 5 do Quadro Nacional de Qualificações, têm 120 créditos e a duração de quatro semestres, sendo o último em contexto de trabalho. De referir, também, que os titulares de um Diploma de Técnico Superior Profissional podem prosseguir os estudos de Licenciatura, através de concurso especial de acesso e parte substancial da formação efetuada no CTeSP será creditada na mesma em que o titular seja admitido, posteriormente.

As inscrições podem ser efetivadas, até ao próximo dia 30 de agosto, através do link:


BPI e Fundação ”la Caixa” apoiam dinamização de regiões fronteiriças na região do Alto Tâmega

O Programa Promove – Dinamização de Regiões Fronteiriças vai apoiar três projetos-piloto inovadores para contribuir para o desenvolvimento da região do Alto Tâmega.

A 2ª edição do Programa Promove do BPI e da Fundação ”la Caixa”, realizada em 2019, dedicou um total de cerca de 1 milhão de euros ao apoio a oito projetos-piloto inovadores e com potencial de replicabilidade, com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento das regiões do interior de Portugal. Nesta edição, foram também apoiadas sete ideias com potencial para se converterem em projetos-piloto inovadores com as mesmas características.

Os apoios são concedidos sob a forma de subsídio ao investimento e podem atingir um máximo de 150 mil euros por projeto – um aumento em relação aos 100 mil euros atribuídos na edição anterior – e um máximo de 5 mil euros por ideia inovadora.

Tal como em 2018, a avaliação das candidaturas dos projetos baseou-se em três critérios: qualidade, impacto no território, incluindo o potencial de replicabilidade, e sustentabilidade económica e financeira.

No concurso de ideias, lançado pela primeira vez em 2018, foram valorizados a qualidade e exequibilidade da ideia, o seu grau de inovação e o seu potencial contributo económico e social para o território e replicabilidade.

A AquaValor, através do seu projeto “Observatório Digital da Atividade Termal”, foi uma das entidades vencedoras do concurso.

Projetos Vencedores do Alto Tâmega

Nome do projeto: “Observatório Digital da Atividade Termal”
Este projeto tem como objetivo o desenvolvimento de uma plataforma de monitorização da atividade termal que permita um acompanhamento direto e individualizado dos efeitos físicos e fisiológicos que os tratamentos termais têm sobre os aquistas, bem como uma posterior análise e inferência de conhecimento sobre a eficiência desses mesmos tratamentos. Esta proposta tem por objetivo melhorar a eficiência e eficácia de serviço das estâncias termais, visando ainda influenciar de forma fundamentada a perspetiva do SNS sobre o termalismo e a sua latente capacidade de aumentar a qualidade de vida dos aquistas.
Promotor: Aquavalor – Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia da Água
Região: Norte
Município: Chaves

Nome do projeto: “Pólo de investigação de saúde e tecnologia do Hospital Privado de Chaves”
O projeto tem como objetivo a investigação e desenvolvimento de novos processos, políticas ou infraestruturas de cooperação e partilha de dados médicos de pacientes entre unidades de saúde das regiões do alto Tâmega (como o Hospital Terra Quente e o Hospital Privado de Bragança) e unidades de saúde da região da Galiza (Espanha), visando facilitar a cooperação entre Portugal e Espanha e a promoção de novas políticas inclusivas que facilitem o acesso de pacientes galegos aos serviços de saúde portugueses e vice-versa.
Promotor: Hospital Privado de Chaves
Região: Norte
Município: Chaves

Nome do projeto: “Rebanhos, biodiversidade, prevenção florestal, economia circular e adaptação às alterações climáticas”
Este projeto tem como objetivo mobilizar o pastoreio como ferramenta de gestão de espaços naturais e de prevenção de incêndios, de forma coordenada entre diferentes territórios de fronteira, contribuindo para a recuperação de áreas degradadas. O projeto prevê a criação de inovadores modelos SIG (sistemas de informação georreferenciados) que simulam o efeito do pastoreio com base nos dados recolhidos através de coleiras colocadas nos animais durante o pastoreio e de sensores colocados nos telemóveis dos pastores.
Promotor: Associação Florestal e Ambiental de Vila Pouca de Aguiar
Região: Norte
Município: Vila Pouca de Aguiar


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