– investigação

O AquaValor vai dar início ao Estudo-Piloto do projeto “Therm4Skin – Bem-estar sem pausa”, com o objetivo de avaliar o efeito dos produtos dermocosméticos desenvolvidos com água termal de Chaves.

Após a avaliação e validação das propriedades bioativas a nível cutâneo e capilar da água termal de Chaves, foram desenvolvidos dois novos produtos dermocosméticos – uma água micelar e um produto capilar – enriquecidos com extratos de Malva sylvestris e Cucumis sativus, já à venda pelas Termas de Chaves.

Considerando as necessidades particulares das mulheres em período de peri e menopausa, e o potencial demonstrado pela água termal e extratos naturais utilizados no desenvolvimento destes produtos, o Therm4Skin pretende através deste Estudo-Piloto, avaliar o efeito dos produtos desenvolvidos, especificamente para este público-alvo.

Ao longo do estudo, serão analisados — de forma totalmente não invasiva e indolor — vários parâmetros da pele, como cor, hidratação, perda de água transepidérmica, pH, eritema, microbiota cutânea e ainda a perceção de frescura.

Quem pode participar

Mulheres entre os 36 e 55 anos, com disponibilidade para realizar o estudo nas condições propostas ao longo de 14 dias, marcando presença no AquaValor, em 3 momentos distintos, para recolha de dados.

Quem não pode participar

– Pessoas com alergias aos ingredientes, infeções ou doenças de pele ativas, doenças não controladas, grávidas ou em período de amamentação
– Utilizadoras recentes de corticosteróides (≤ 4 semanas) ou terapias hormonais (< 3 meses)

Duração do estudo

O estudo vai decorrer em janeiro de 2026, com duração total de 14 dias e três visitas presenciais (sede AquaValor) para avaliação de parâmetros e aplicação dos produtos.

Como participar

1 – Preencher o Formulário de Participação Estudo-Piloto Therm4Skin (cerca de 5 minutos);

2 – Entregar o Consentimento Informado assinado antes do início do estudo.

3 – Prazo de Inscrição: até 19/12/2025

Todos os dados recolhidos serão tratados com total confidencialidade, seguindo as normas éticas vigentes.

Inscreva-se já!

Agradecemos o interesse e apoio neste projeto que une ciência, bem-estar e o potencial único das águas termais.

Para esclarecimentos adicionais, contacte-nos através dos e-mails: maria.alves@ipb.pt ou catia.fidalgo@aquavalor.pt

O AquaValor – Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia da Água viu recentemente aprovado o projeto MUSHpastry – Inovar para a Valorização da Pastelaria Tradicional Portuguesa, no âmbito do SIID – I&D Empresarial – Operações em Copromoção – Baixa Densidade.

O projeto liderado pela empresa D’CHAVES (D’Chaves – Fumeiro e Pasteis), conta com a participação do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), da PURATOS e do AquaValor, reunindo entidades empresariais e científicas com competências complementares para promover a inovação no setor da pastelaria tradicional.

O MUSHpastry tem como principal objetivo valorizar os produtos da pastelaria tradicional portuguesa, conciliando tradição e inovação através do desenvolvimento de soluções que melhorem o perfil nutricional e reduzam o impacto ambiental. Entre as áreas de intervenção destaca-se a redução do uso de margarina e a integração de águas termais nos processos de produção, promovendo o aproveitamento sustentável de recursos naturais locais. Esta iniciativa pretende unir o respeito pelas raízes culturais com as oportunidades trazidas pelos recursos naturais locais, contribuindo para a oferta de produtos diferenciadores que respondam às tendências de mercado.

A participação do AquaValor no projeto MUSHpastry reforça o seu compromisso com a investigação aplicada, inovação, a sustentabilidade e o desenvolvimento económico regional, contribuindo com know-how técnico e científico no domínio da cadeia agroalimentar.  O projeto MUSHpastry representa um passo importante na modernização da pastelaria tradicional portuguesa, demonstrando que é possível respeitar as raízes culturais e, simultaneamente, responder às novas exigências dos consumidores por alimentos mais saudáveis e sustentáveis.

O CoLAB AquaValor viu recentemente aprovada uma candidatura apresentada ao aviso COMPETE2030-2024-6 – Ações Coletivas – Transferência do conhecimento científico e tecnológico – BioLivingLABS – Bioeconomia ao serviço da sustentabilidade dos territórios do interior, liderada pelo MORE – Laboratório Colaborativo Montanhas de Investigação, Associação, em parceria com o Instituto Politécnico de Bragança, o Instituto Politécnico de Castelo Branco e a Associação Innovplantprotect.

O BioLivingLABS visa promover a valorização económica dos resultados de investigação e desenvolvimento (I&D) obtidos por várias instituições do Norte, Centro e Alentejo. Para isso, criará uma rede de demonstração experimental, os chamados Living Labs, nos polos de inovação de Mirandela, Douro, Covilhã e Elvas. Além disso, serão desenvolvidas ações de demonstração, workshops, um catálogo de inovação do interior e formação sobre proteção de propriedade intelectual com o objetivo de incentivar a incorporação de soluções inovadoras nos setores empresariais dessas regiões.

Com início previsto para outubro, e com uma duração de 24 meses, o projeto conta com um investimento total elegível superior a 740 mil euros financiado pelo COMPETE2030 – Programa Temático Inovação e Transição Digital Para o AquaValor, este projeto é uma oportunidade estratégica para reforçar a sua missão como centro de valorização e transferência de tecnologia, impulsionando a aplicação prática do conhecimento científico para promover o desenvolvimento sustentável.

Esta iniciativa confirma o compromisso do AquaValor com a inovação aberta e sustentável, integrando ciência, tecnologia e desenvolvimento regional para responder aos desafios e potencialidades do interior do país.

O AquaValor assinalou o Dia Internacional do Microrganismo, comemorado a 17 de setembro, com a participação na stream “Conexões (Luso)Microbianas’25 – Conversas de Ciência em Português”, dinamizada pela Universidade de Coimbra em colaboração com a Rede Lusófona de Microbiologia e o Instituto de Higiene e Medicina Tropical da Universidade Nova de Lisboa, com o apoio da Sociedade Portuguesa de Microbiologia.

Na sua intervenção, o AquaValor apresentou projetos científicos, como o AquaeVitae, OralTherm, Therm4Skin, AquaPred e Inov@lheira, que reforçam a importância da investigação aplicada aos microrganismos em ambientes aquáticos e de termalismo e em outras vertentes como cosmética, saúde e alimentar, centrais para o desenvolvimento regional e nacional.

Projetos inovadores como o AQUAPRED utilizam tecnologias avançadas e inteligência artificial para monitorização e controlo da qualidade das águas mineromedicinais, antecipando riscos microbiológicos e contribuindo para salvaguardar a saúde pública e potenciar os benefícios do termalismo. Esta abordagem científica, alinhada com a missão do AquaValor, valoriza o recurso “água” e o papel dos microrganismos na sua utilização sustentável.

O vídeo apresentado está disponível para todos os interessados em conhecer de perto a investigação desenvolvida:

A participação do AquaValor no “Conexões (Luso)Microbianas’25” reforça o compromisso em promover o conhecimento e a inovação na área da microbiologia e valorização da água, com impacto direto na saúde e na competitividade do setor.

O Laboratório Colaborativo AquaValor viu recentemente aprovadas duas candidaturas no âmbito da 7.ª Edição do Concurso “PROMOVE. O Futuro do Interior”, financiado pelo BPI e Fundação “La Caixa”, que irão contribuir de forma decisiva para o avanço da investigação e desenvolvimento (I&D) aplicada aos recursos hídricos e ao bem-estar da população.

O projeto Tech4Aqua – Solução Inteligente de Monitorização e Controlo da Qualidade da Água em Reservatórios, liderado pelo AquaValor, conta com a parceria do CeDRI – Centro de Investigação em Digitalização e Robótica Inteligente do Instituto Politécnico de Bragança, bem como dos Municípios de Boticas, Chaves e Montalegre. Previsto para decorrer entre setembro de 2025 e agosto de 2028, este projeto irá desenvolver uma solução inovadora para monitorizar e controlar a qualidade da água em tempo real, contribuindo para garantir a sua segurança para consumo humano. Através de sensores avançados, tecnologias sustentáveis e inteligência artificial, a iniciativa permitirá apoiar a gestão hídrica das autarquias e reforçar a segurança pública no acesso a água de qualidade.

Já o projeto HealthBioFit – Impacto da água termal na resposta à atividade física e na microbiota intestinal é liderado pelo Instituto Politécnico de Bragança (IPB), em copromoção com o AquaValor e a Santa Casa da Misericórdia de Valpaços. Com o mesmo período de execução, o HealthBioFit propõe-se desenvolver, implementar e validar um plano inovador e integrado de atividade física e hidropinia, utilizando água termal como recurso central, com vista à promoção do envelhecimento saudável. Para além de valorizar os recursos endógenos da região, o projeto terá grande impacto social, em particular junto de populações mais idosas e vulneráveis, promovendo saúde, bem-estar e qualidade de vida.

Estes projetos constituem um marco relevante para o avanço científico e tecnológico nos domínios da água, do termalismo e da saúde, ao mesmo tempo que reforçam a missão do AquaValor de valorizar os recursos hídricos e promover o desenvolvimento sustentável e inclusivo do Alto Tâmega e Barroso, que se afirma cada vez mais como território de referência em inovação sustentável e valorização de recursos endógenos.

O apoio do programa PROMOVE BPI La Caixa tem sido determinante para impulsionar a I&D em territórios do interior, permitindo que centros como o AquaValor transformem conhecimento científico em soluções concretas que criam valor económico, social e ambiental.

O AquaValor foi ontem distinguido pela CCDR NORTE com menção honrosa, entre os 31 projetos finalistas, mais inovadores, sustentáveis e inclusivos da região Norte, numa cerimónia que decorreu na Colunata de Eventos do Bom Jesus, em Braga.

A iniciativa, que pretende reconhecer e valorizar as melhores práticas e projetos que contribuem para o desenvolvimento regional da Região Norte, recebeu 232 candidaturas apresentadas por mais de 200 instituições.

Para além do AquaValor distinguido na categoria “Norte + Inovador”, o Alto Tâmega recebeu uma segunda menção honrosa para o projeto Bio-Região CIMAT na categoria “Norte Ruris”.

Em representação do território e dos projetos distinguidos estiveram presentes na cerimónia Nuno Vaz, Presidente da Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega e Barroso e membro da Direção do AquaValor, Ramiro Gonçalves, Primeiro Secretário Executivo da CIMAT e Diretor Executivo do AquaValor, e Maria José Alves, Diretora Executiva do AquaValor.

Estas distinções vêm reforçar o reconhecimento do trabalho que tem vindo a ser desenvolvido na região, em prol da inovação, da sustentabilidade e da valorização dos recursos endógenos.

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