– alto tâmega

Diploma conferido

Diploma de Técnico Superior Profissional em Informática

Nível da qualificação

Nível 5 do EQF. Nível 5 do ISCED 2011.

Requisitos de Acesso

Podem candidatar-se à inscrição num CTeSP:

Os titulares de um curso de ensino secundário ou de habilitação legalmente equivalente;
Os que tenham sido aprovados nas provas especialmente adequadas destinadas a avaliar a capacidade para a frequência do ensino superior dos maiores de 23 anos, realizadas, para o curso em causa, nos termos do Decreto-Lei n.º 64/2006, de 21 de março;
Os titulares de um diploma de especialização tecnológica, de um diploma de técnico superior profissional ou de um grau de ensino superior, que pretendam a sua requalificação profissional.

Perfil do programa de estudos

O diploma de técnico superior profissional é conferido após um ciclo de estudos de 120 créditos, que inclui três componentes de formação: geral e científica (24 créditos), técnica (66 créditos) e em contexto de trabalho (30 créditos).
Para concluir o curso os alunos têm de obter aprovação a todas as unidades curriculares do plano de estudos.
O diploma de técnico superior profissional em Informática é conferido aos alunos que demonstrem, nesta área:

Possuir conhecimentos e capacidade de compreensão;
Saber aplicar, em contextos profissionais, os conhecimentos e a capacidade de compreensão adquiridos;
Ter capacidade de identificar e utilizar informação para dar resposta a problemas concretos e abstratos bem definidos;
Possuir competências que lhes permitam comunicar acerca da sua compreensão das questões, competências e atividades, com os seus pares, supervisores e clientes;
Possuir competências de aprendizagem que lhes permitam prosseguir estudos com alguma autonomia.

Regime de estudos

Tempo inteiro.

Perfil Profissional

Instalar e configurar equipamentos informáticos;
Planear redes locais de computadores;
Implementar redes locais com e sem fios;
Projetar bases de dados;
Desenvolver e administrar bases de dados;
Planear aplicações para dispositivos móveis e ambiente WEB;
Desenvolver aplicações para dispositivos móveis e ambiente WEB;
Gerir informação, integrando de forma eficaz aplicações informáticas adequadas;
Administrar sistemas;
Planear, instalar e manter os equipamentos informáticos adequados;
Instalar, configurar, manter e otimizar o funcionamento de sistemas operativos (Windows, Linux).

Algumas Saídas Profissionais

Administrador de sistemas: Instalação, configuração e manutenção de sistemas operacionais, servidores e redes;

Analista de suporte técnico: Resolução de problemas de hardware, software e rede, fornecendo suporte aos usuários finais;
Desenvolvedor de software: Criação de aplicativos, sistemas e software personalizado usando várias linguagens de programação;
Consultor de TI: Prestação de consultoria especializada em tecnologia da informação para organizações;
Especialista em segurança da informação: Implementação de medidas de segurança para proteger dados e sistemas de TI contra ameaças;
Gerente de projetos de TI: Planejamento, coordenação e execução de projetos de TI, garantindo que sejam concluídos dentro do prazo e do orçamento;
Administrador de banco de dados: Gerenciamento e manutenção de bancos de dados para garantir o acesso eficiente e seguro às informações;
Especialista em redes: Configuração, otimização e solução de problemas em redes de computadores;
Especialista em nuvem: Implantação e gerenciamento de infraestrutura em nuvem para armazenamento e processamento de dados;
Especialista em Business Intelligence: Coleta, análise e interpretação de dados para ajudar as organizações a tomar decisões estratégicas.

Diretor de Curso


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Diploma conferido

Diploma de Técnico Superior Profissional em Restauração e Inovação Alimentar

Nível da qualificação

Nível 5 do EQF. Nível 5 do ISCED 2011.

Requisitos de Acesso

Podem candidatar-se à inscrição num CTeSP:

Os titulares de um curso de ensino secundário ou de habilitação legalmente equivalente;
Os que tenham sido aprovados nas provas especialmente adequadas destinadas a avaliar a capacidade para a frequência do ensino superior dos maiores de 23 anos, realizadas, para o curso em causa, nos termos do Decreto-Lei n.º 64/2006, de 21 de março;
Os titulares de um diploma de especialização tecnológica, de um diploma de técnico superior profissional ou de um grau de ensino superior, que pretendam a sua requalificação profissional.

Perfil do programa de estudos

O diploma de técnico superior profissional é conferido após um ciclo de estudos de 120 créditos, que inclui três componentes de formação: geral e científica (18 créditos), técnica (72 créditos) e em contexto de trabalho (30 créditos).
Para concluir o curso os alunos têm de obter aprovação a todas as unidades curriculares do plano de estudos.
O diploma de técnico superior profissional em Promoção Turística e Cultural é conferido aos alunos que demonstrem, nesta área:

Possuir conhecimentos e capacidade de compreensão;
Saber aplicar, em contextos profissionais, os conhecimentos e a capacidade de compreensão adquiridos;
Ter capacidade de identificar e utilizar informação para dar resposta a problemas concretos e abstratos bem definidos;
Possuir competências que lhes permitam comunicar acerca da sua compreensão das questões, competências e atividades, com os seus pares, supervisores e clientes;
Possuir competências de aprendizagem que lhes permitam prosseguir estudos com alguma autonomia.

Regime de estudos

Tempo inteiro.

Perfil Profissional

O Curso Técnico Superior Profissional em Restauração e Inovação Alimentar insere-se na área de formação de Hotelaria e Restauração, estando os seus diplomados preparados para o desempenho de funções técnicas, no âmbito do perfil do programa de estudos:

Planear, gerir e coordenar todas as operações de preparação, confeção e distribuição ao nível da restauração e catering;
Executar tarefas de caráter técnico de cozinha, promovendo a criatividade;
Organizar e supervisionar as condições e atividades relacionadas com a higiene e segurança alimentar e implementar sistemas de controlo de qualidade numa ótica de melhoria contínua;
Conceber e executar atividades de promoção e venda para diferentes segmentos de mercado;
Planear e estruturar menus e proceder ao cálculo de custos associados;
Gerir a informação obtida através de ferramentas informáticas na elaboração de relatórios, fichas técnicas de cozinha e gestão de stocks;
Conceber novos produtos explorando as propriedades físicas, químicas e sensoriais dos alimentos;
Coordenar a aplicação de tecnologias ao nível do armazenamento, produção e conservação de produtos alimentares.

Algumas Saídas Profissionais

Chef de Cozinha: Pode trabalhar em restaurantes, hotéis, resorts ou estabelecimentos de catering, liderando equipes de cozinha e desenvolvendo novos pratos e menus inovadores;
Consultor de Alimentos e Bebidas: Prestar consultoria a restaurantes, hotéis e empresas de alimentos sobre estratégias de inovação, desenvolvimento de produtos, controle de qualidade e gestão de operações;
Desenvolvedor de Produtos Alimentares: Trabalhar em empresas de alimentos e bebidas, participando do processo de pesquisa e desenvolvimento de novos produtos, bem como na melhoria e aprimoramento de produtos existentes;
Gestor de Qualidade Alimentar: Responsável por garantir que os padrões de qualidade e segurança alimentar sejam atendidos em restaurantes, hotéis, indústrias de alimentos e outras instituições relacionadas;
Gestor de Restauração Coletiva: Gerir serviços de alimentação em instituições coletivas, como hospitais, escolas, empresas e prisões, garantindo uma alimentação nutritiva, segura e de qualidade;
Empreendedor em Alimentação: Abrir o próprio negócio na área da restauração, como restaurantes, cafés, bistrôs ou food trucks, explorando conceitos inovadores e desenvolvendo pratos exclusivos;
Investigador ou Cientista Alimentar: Trabalhar em instituições de pesquisa, laboratórios ou universidades, realizando estudos sobre novas técnicas culinárias, desenvolvimento de ingredientes e processos de inovação alimentar;
Educador em Gastronomia: Ensinar em instituições de ensino profissionalizante, escolas de gastronomia ou como formador em cursos de formação e workshops relacionados à culinária e inovação alimentar.

Diretora de Curso


Para mais informações sobre o CTeSP em Restauração e Inovação Alimentar consulte o seguinte link: 

Diploma conferido

Diploma de Técnico Superior Profissional em Termalismo e Bem-Estar

Nível da qualificação

Nível 5 do EQF. Nível 5 do ISCED 2011.

Requisitos de Acesso

Podem candidatar-se à inscrição num CTeSP:

Os titulares de um curso de ensino secundário ou de habilitação legalmente equivalente;
Os que tenham sido aprovados nas provas especialmente adequadas destinadas a avaliar a capacidade para a frequência do ensino superior dos maiores de 23 anos, realizadas, para o curso em causa, nos termos do Decreto-Lei n.º 64/2006, de 21 de março;
Os titulares de um diploma de especialização tecnológica, de um diploma de técnico superior profissional ou de um grau de ensino superior, que pretendam a sua requalificação profissional.

Perfil do programa de estudos

O diploma de técnico superior profissional é conferido após um ciclo de estudos de 120 créditos, que inclui três componentes de formação: geral e científica (24 créditos), técnica (66 créditos) e em contexto de trabalho (30 créditos).
Para concluir o curso os alunos têm de obter aprovação a todas as unidades curriculares do plano de estudos.
O diploma de Técnico Superior Profissional de Termalismo Bem-estar é conferido aos alunos que demonstrem, nesta área:

Planear e assegurar a realização de técnicas termais, técnicas de massagem, estética e bem-estar, utilizando os meios técnicos e equipamentos adequados de acordo com as necessidades e especificidades do cliente.
Gerir a comunicação e relacionamento interpessoal com o cliente e com a equipa multidisciplinar.
Planear e gerir informação para a aquisição de estilos de vida saudáveis e comportamentos alimentares, considerando as especificidades de cada cliente.
Elaborar planos de aconselhamento do cliente acerca das terapias de promoção do bem-estar, nomeadamente as terapias complementares, termais, nutricionais e de estética.
Gerir situações anómalas no cliente face aos tratamentos.
Elaborar e monitorizar registos das atividades termais, de bem-estar e estética realizadas.
Gerir eventuais ocorrências observadas ou referenciadas pelo cliente e colaboradores, no sentido de assegurar a qualidade e a melhoria contínua dos serviços prestados.
Coordenar e aplicar a manutenção e higienização dos equipamentos e materiais, das instalações balneares e SPA’s, promovendo boas práticas segundo a legislação em vigor referente a termalismo e SPA`s.
Coordenar e aplicar um correto manuseamento de máquinas e equipamentos específicos de Termalismo e de SPA.
Desenvolver procedimentos e técnicas adequadas de primeiros socorros.

Regime de estudos

Tempo inteiro.

Perfil profissional

O Técnico Superior Profissional de Termalismo e Bem-estar  é um profissional que, de forma autónoma ou integrado em equipa: 

Planear e assegurar a realização de técnicas termais, técnicas de massagem, estética e bem-estar, utilizando os meios técnicos e equipamentos adequados de acordo com as necessidades e especificidades do cliente;
Gerir a comunicação e relacionamento interpessoal com o cliente e com a equipa multidisciplinar;
Planear e gerir informação para a aquisição de estilos de vida saudáveis e comportamentos alimentares, considerando as especificidades de cada cliente;
Elaborar planos de aconselhamento do cliente acerca das terapias de promoção do bem-estar, nomeadamente as terapias complementares, termais, nutricionais e de estética;
Gerir situações anómalas no cliente face aos tratamentos;
Elaborar e monitorizar registos das atividades termais, de bem-estar e estética realizadas;
Gerir eventuais ocorrências observadas ou referenciadas pelo cliente e colaboradores, no sentido de assegurar a qualidade e a melhoria contínua dos serviços prestados;
Coordenar e aplicar a manutenção e higienização dos equipamentos e materiais, das instalações balneares e SPA’s, promovendo boas práticas segundo a legislação em vigor referente a termalismo e SPA`s;
Coordenar e aplicar um correto manuseamento de máquinas e equipamentos específicos de Termalismo e de SPA;
Desenvolver procedimentos e técnicas adequadas de primeiros socorros.

Algumas Saídas Profissionais

Terapeuta Termal: Aplicar tratamentos terapêuticos em centros termais e spas; incluindo banhos termais, massagens terapêuticas e hidroterapia;
Gestor de Spa: Gerir e supervisionar as operações de um spa; incluindo equipe, tratamentos, instalações e qualidade dos serviços;
Especialista em Terapias Alternativas: Trabalhar com terapias complementares; como aromaterapia, acupuntura, reflexologia e reiki;
Consultor de Bem-Estar: Prestar consultoria em estabelecimentos de termalismo e bem-estar; orientando serviços, tratamentos, equipamentos e estratégias de negócio;
Coordenador de Atividades de Lazer e Bem-Estar: Planejar e coordenar programas de atividades de lazer e bem-estar em resorts e hotéis; incluindo yoga, meditação e workshops;
Gestor de Estabelecimento Termal: Gerir um balneário ou estância de bem-estar; supervisionando tratamentos, hospedagem, alimentação, marketing e gestão financeira;
Educador na Área do Bem-Estar: Ensinar em instituições de ensino; ministrando cursos e workshops relacionados ao termalismo, terapias holísticas e nutrição saudável.

Diretora de Curso


Para mais informações sobre o CTeSP em Termalismo e Bem-Estar consulte o seguinte link:

O AquaValor – Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia da Água realizou esta terça-feira, dia 1 de setembro, nas instalações da Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega (CIMAT), uma sessão de “boas-vindas” aos novos investigadores do Centro.

A iniciarem funções agora no presente mês de setembro, os novos investigadores, foram recebidos na sede da CIMAT, pelo presidente do AquaValor, Fernando Queiroga, pelos vice-presidentes, Orlando Rodrigues (IPB) e Nuno Vaz, pelo primeiro secretário executivo da CIMAT e diretor executivo do AquaValor, Ramiro Gonçalves e pela também diretora executiva, Maria José Alves.

Recorde-se que estas novas contratações surgem no contexto da candidatura ao Concurso NORTE-59-2019-30 que tinha por objetivo dotar o AquaValor de Recursos Humanos Altamente Qualificados e como tal foram criadas 8 vagas de trabalho, recentemente preenchidas por 4 doutores, 3 mestres e 1 licenciado, nas temáticas de Biomedicina, Informática, Engenharia Biológica, Economia, Engenharia Eletrotécnica e de Computadores e Biologia Molecular e Segurança Alimentar.

Catarina Milho, natural do Barreiro, doutorada em Engenharia Química e Biológica e Rafaela Guimarães, do Mogadouro, doutorada em Química, fazem parte do grupo dos 8 investigadores do AquaValor que iniciaram funções e mudaram-se “de armas e bagagens” para o território do Alto Tâmega, neste caso, para a cidade de Chaves.

“Quando a professora Maria José me explicou o que ia ser o projeto fiquei muito entusiasmada e queria mesmo ficar com a posição, e depois quando vi que tinha ficado fiquei mesmo contente. (…) Adorei a sessão de receção. Achei que os envolvidos estavam mesmo interessados em que o projeto fosse para a frente e que seja de longa duração. Querem que sirva de alavanca para trazer mais pessoas à região e mais pessoas com qualificações elevadas. Vamos ter muito trabalho pela frente, mas acho que temos tudo o que é preciso para correr bem.”, referiu Catarina Milho.

Já Rafaela Guimarães salienta uma das características do território do Alto Tâmega e afirma que “é preciso criar estratégias para trazer pessoas para a região e para além de trazer, fixá-las. E quem vem, querer voltar. E o AquaValor vai ser muito importante nisso, bem como nas parcerias que se podem criar em projetos futuros. (…) um dos objetivos é que seja reconhecido como Território da Água e do Bem-estar e nós queremos começar a mudar mentalidades. Por exemplo, não se vai apenas às termas quando se está doente. As pessoas têm de também olhar para estes tratamentos como uma prevenção e melhoria da qualidade de vida. (…) para que o nosso trabalho funcione vai ser necessário a cooperação entre várias entidades, mas o grande objetivo é sermos reconhecidos a nível nacional e internacional e se der certo, a coisa promete!”.

De salientar que a par destas novas contratações outros trabalhos têm vindo a ser desenvolvidos pela associação:

As obras que visam criar infraestruturas para a instalar os diferentes laboratórios, nomeadamente, o Laboratório de  caracterização físico-química e microbiológica de águas minerais naturais devidamente acreditado; o Laboratório de bioensaios de águas minerais; o  Laboratório de desenvolvimento de cosméticos e cosmecêuticos e   Laboratório de desenvolvimento de alimentos funcionais e nutracêuticos que permitirão gerar, transferir, integrar e valorizar conhecimentos científicos e tecnológicos nas empresas, prevê-se que estejam concluídas no final do presente mês de setembro.

A atividade do AquaValor já está em curso no domínio de diversas candidaturas e conta-se que, até final do ano, a instituição comece a prestar serviços às empresas.

Nas instalações do AquaValor, funcionam ainda os Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTeSP) do IPB. Para o ano letivo – 2020/2021 e cujas candidaturas se encontram abertas, vão funcionar em Chaves cinco CTeSP, nomeadamente:  Estética Cosmética e Bem-Estar; Informática; Qualidade e Tratamento de Água e Efluentes; Restauração e Inovação Alimentar e, ainda, Termalismo e Bem-Estar. Já em Valpaços vai abrir o CTeSP em Gestão Agrícola e em Ribeira de Pena o CTeSP em Promoção Turística e Cultural.

Ramiro Gonçalves, referiu-se quanto à importância do AquaValor para a Região do Alto Tâmega, “considerando que o mesmo é sem sobra de dúvidas o projeto dos projetos, ou seja, aquele que maior poder transformacional poderá ter na região, alavancando a partir do conhecimento e da investigação, um dos setores mais identitários do Alto Tâmega. (…) estamos a dar os primeiros passos para o desenvolvimento de uma instituição que pretendemos que tenha reconhecimento nacional e internacional e que sirva de base à constituição de um cluster nesta temática”.


Integrado no Plano de Recuperação Económica e Social, no âmbito da pandemia da covid-19, a região do Alto Tâmega poderá constituir-se como um “cluster” de águas termais que agregará locais como Chaves, Vidago, Curia, Pedras Salgadas, Luso, Manteigas, Monchique e São Pedro Sul.

Este Plano propõe um programa de investimento direcionado para o interior que prevê a criação de ‘clusters’ regionais em várias áreas, desde a floresta às ciências biomédicas, numa lógica de descentralização nacional. O objetivo é permitir às economias locais ganhar escala e dinamizar todo o ciclo económico, aproveitando projetos já em desenvolvimento, como é o caso do Projeto AQUAVALOR – Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia da Água.

Este Centro de conhecimento inovação e investigação, pretende unir “em torno da água” empresas, municípios e instituições de ensino superior, com o objetivo de dinamizar as águas termais e minerais como produtos âncora para o desenvolvimento regional e de promoção da atividade turística, particularmente em territórios de baixa densidade. Procura o desenvolvimento sustentável, estimulando a criação de emprego qualificado gerador de valor económico e social através de novos produtos, processos e serviços.

A dinâmica do interior do país, poderá ser reforçada com um vasto plano de investimento na ciência, na tecnologia, no conhecimento e nos recursos humanos e de acordo com o Governo, a versão final do plano será apresentada no final do mês, seguindo depois para discussão pública.


A Ministra da Coesão Territorial, Drª Ana Maria Abrunhosa, reuni-se, no passado dia 16 de junho, com os municípios da região e com a Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega (CIMAT), no sentido de discutir a reprogramação dos programas operacionais regionais do Portugal 2020 que permitirão aos municípios utilizar 13 milhões de euros em diversos projetos, sobretudo relacionados com o ‘pós-covid-19’.

O secretário-geral da CIMAT, Ramiro Gonçalves, explicou que “A Reprogramação 2020 (COVID 19) do PO Norte 2020 visa sobretudo adequar os fundos europeus ainda disponíveis, às prioridades da região no cenário COVID-19. Nesse sentido, parte da dotação que estava adstrita a projetos de eficiência energética nos edifícios da administração local e das medidas de inclusão ativa (CEI/CEI+) vão transitar para investimentos nas escolas, apetrechando-as de infraestruturas tecnológicas e procedendo à remoção das estruturas com amianto ainda existentes. Por outro lado, será utilizado valor atribuído à “Cultura para Todos”, que se destinava à realização de atividades de inclusão através da cultura, a favor dos equipamentos sociais, onde é incluída uma parcela dirigida aos Lares para permitir a sua adaptação às medidas destinadas a prevenir o contágio e conter a propagação da doença. Também nesta reprogramação, com dotações financeiras disponíveis no Apoio ao Emprego do SI2E e das medidas de inclusão ativa (CEI/CEI+) vai ser criado um Plano de Ação designado Transição Digital, de forma a cumprir a perspetiva do Governo, em ter até setembro, equipamentos informáticos para todos os estudantes. Neste âmbito, será ainda criado o instrumento “+CO3SO Investimento” que se destinará ao apoio ao investimento das micro, pequenas e médias empresas com a condição de manterem os seus postos de trabalho.”

Ramiro Gonçalves esclareceu ainda que “Não é dinheiro novo, mas uma reprogramação. O grande objetivo é ajudar a que os municípios e as comunidades intermunicipais aumentem a taxa de execução e redirecionem melhor essas verbas”.

A reunião contou ainda com a presença da Secretária de Estado da Valorização do Interior, Isabel Ferreira, e do secretario de Estado Adjunto e do desenvolvimento regional, Carlos Miguel.


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