– aquavalor

Designação do projeto| WOODLANDFUNGI – Valorização e Sustentabilidade dos Cogumelos Silvestres do Barroso

Categoria do Projeto| Projetos – Piloto Inovadores

Região de intervenção| Norte

Entidades beneficiárias| CAPOLIB – Cooperativa Agro Rural de Boticas, AquaValor – Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia da Água (CoLAB), CIMO – Centro de Investigação de Montanha do IPB

Data de início| 05-09-2023

Data de conclusão| 31-10-2026

Investimento total| 201 065,00 €

Apoio financeiro| 150 000,00 €

Entidades financiadoras| BPI – Fundação La Caixa / Fundação para a Ciência e Tecnologia – FCT

Equipa AquaValor| Maria José Alves (PI) / Ramiro Gonçalves (Investigador) / Rafaela Guimarães (Investigadora) / André Lemos (Investigador) / Juliana Garcia (Investigadora) / José Santos (Investigador)

Descrição do Projeto

O projeto WOODLANDFUNGI pretende valorizar de forma sustentável um dos recursos endógenos mais predominante na região do Barroso, nomeadamente os cogumelos silvestres, prevendo uma gestão ordenada e sustentável destes recursos através da identificação de áreas com potencial micológico, organizando e regulamentando a sua colheita. Dotar de competências as comunidades locais de boas práticas de colheita para garantir a preservação e continuidade destes recursos no ecossistema será um dos focos a que o projeto se propõe. Paralelamente, o WOODLANDFUNG contemplará atividades de caracterização nutricional e fitoquímica das diferentes espécies de cogumelos silvestres, além do desenvolvimento de produtos diferenciadores. O projeto ambiciona impulsionar a comercialização destes recursos em diferentes formas (fresco/congelado/desidratado) bem como, introduzir no mercado os produtos diferenciadores desenvolvidos que contribuirão por sua vez para a promoção e desenvolvimento da região.

Principais Resultados (esperados)

Do WOODLANDFUNGI resultará a constituição e organização de uma fileira comercial baseada na sustentabilidade, regulamentação interna e valorização dos cogumelos silvestres do Barroso. No final do projeto as comunidades locais estarão capacitadas em boas práticas de colheita no setor micológico garantindo a sustentabilidade destes recursos. Além disso, as novas tecnologias de conservação desenvolvidas tendo em conta a sua comercialização em fresco, seco e congelado, serão um marco importante que permitirá aumentar o tempo de prateleira destes recursos. O desenvolvimento de produtos diferenciadores aproveitando os cogumelos silvestres sem interesse comercial permitirá acrescentar-lhes valor e combater o desperdício alimentar. Delinear ações conjuntas e concertadas no desenvolvimento do setor micológico vai promover o território, resultado da comercialização, marketing e promoção dos produtos e da implementação de eventos gastronómicos, participação em feiras e encontros científicos.


Cofinanciado por:

O passado dia 6 de outubro, ficou marcado pelo arranque do Projeto Piloto WoodlandFungi – Valorização e Sustentabilidade dos Cogumelos Silvestres do Barroso, um projeto que teve aprovação pela Fundação La Caixa ao concurso “PROMOVE o Futuro do Interior” edição 2023. O principal domínio temático do projeto assenta na criação ou consolidação de polos de atividade e inovação empresarial que contribuam para formar e atrair recursos humanos qualificados para a região e que tenham potencial para presença nos mercados externos.

Objetivos

O principal objetivo do WoodlandFungi é valorizar de forma sustentável um dos recursos endógenos mais predominante na região do Barroso, nomeadamente os cogumelos silvestres, prevendo uma gestão ordenada e sustentável destes recursos. Para isso será feita a identificação de áreas com potencial micológico, visando organizar e regulamentar a sua colheita. Para além disso, o WoodlandFungi ambiciona dotar de competências as comunidades locais sobre as boas práticas de colheita de forma a garantir a preservação e continuidade das espécies no ecossistema. Paralelamente, serão contempladas atividades de caracterização nutricional e fitoquímica das diferentes espécies de cogumelos silvestres, bem como o desenvolvimento de produtos diferenciadores.

Estratégia

O projeto WoodlandFungi prevê impulsionar a comercialização dos cogumelos silvestres em diferentes formas, bem como, o desenvolvimento e introdução no mercado de produtos diferenciadores, assentando no domínio estratégico para o desenvolvimento das regiões do interior do Programa Promove.

Consórcio

O WoodlandFungi compreende um consórcio multidisciplinar do qual fazem parte a CAPOLIB – Cooperativa Agro Rural de Boticas, o AquaValor – Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia da Água e o CIMO – Centro de Investigação de Montanha do Instituto Politécnico de Bragança

As instalações do AgroValor, o mais recente pólo do AquaValor – Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia da Água, situadas na cidade de Valpaços, foram inauguradas na passada sexta-feira, dia 14 de julho, contando com a presença da Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa.

Este Centro Tecnológico Agroalimentar que vai servir os seis municípios do território – Boticas, Chaves, Montalegre, Ribeira de Pena, Valpaços e Vila Pouca de Aguiar – é visto como um meio de acrescentar valor aos produtos endógenos da região, como é o caso do vinho, do azeite, do mel, da castanha, entre outros.

“O AgroValor é uma instanciação do AquaValor numa perspetiva de acrescentar valor em outros recursos endógenos que não só a água”, explicou Ramiro Gonçalves, Diretor Executivo do AquaValor e Primeiro Secretário Executivo da Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega e Barroso (CIMAT), acrescentando que “o território é servido por outros produtos endógenos e necessitamos de uma estrutura que também consiga incorporar esse valor nesses mesmos produtos. Temos várias dinâmicas em simultâneo e pretendemos dar hoje sinal disso mesmo perante a senhora Ministra e perante o Presidente da CCDR-N, porque queremos claramente sinalizar este projeto do AgroValor como sendo um projeto que deverá ter, no novo quadro comunitário de apoio, o mesmo tipo de atenção que o AquaValor teve no quadro comunitário atual”.

De acordo com Luís Pais, Vice-Presidente do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), um dos associados do AquaValor, “este é um dia muito feliz para o IPB e para a região pela inauguração do AgroValor em Valpaços, sendo um sinal claro de afirmação do Instituto e em como queremos continuar presentes nesta região. O AgroValor vai acrescentar ainda mais valor aos produtos endógenos do território do Alto Tâmega e Barroso”.

Por fim, Ana Abrunhosa destacou o facto de o AquaValor, e agora com a criação deste novo pólo, o AgroValor, ser um instrumento crucial de captação e fixação de pessoas altamente qualificadas no território, e realçou, ainda, que este “é um dos melhores exemplos que temos de boa aplicação de fundos europeus. É um exemplo de como territórios como este não estão ‘condenados’. É um exemplo de como se podem criar pólos de conhecimento e de valor, desde que haja liderança política, como é o caso, e que esta proporcione parcerias adequadas, como a parceria com o IPB, que foi absolutamente determinante, somando o apoio da CCDR-N, bem como com os privados”.

Esta inauguração marcou o encerramento do V AQUAFORUM – Fórum Europeu de Investigação, Inovação e Valorização da Água Mineral Natural, que decorreu no Auditório Arte e Cultura Luis Teixeira, em Valpaços, tendo todos os presentes sido convidados a uma visita guiada por este novo pólo, situado nas instalações do antigo Lar das Freiras, bem no coração da cidade valpacense.

O Auditório Arte e Cultura Luís Teixeira, em Valpaços, acolheu, na passada sexta-feira, dia 14 de julho, pela primeira vez, a 5ª edição do AQUAFORUM, um espaço de debate sobre o recurso “água” enquanto elemento agregador do Alto Tâmega e Barroso.

A abertura deste Fórum ficou a cargo do Vereador da Câmara Municipal de Valpaços, Jorge Pires, que deu as boas-vindas aos presentes, salientando o gosto que foi para o seu município acolher este evento que, ano após ano, continua a despertar o interesse de diversos atores da região, nomeadamente de investigadores ligados à temática da água.

Neste mesmo painel estiveram ainda presentes Nuno Vaz, enquanto Vice-Presidente do AquaValor, Luís Pais, Vice-Presidente do Instituto Politécnico de Bragança – IPB, e Isabel Ferreira, Secretária de Estado do Desenvolvimento Regional.

Maria José Alves e Ramiro Gonçalves, ambos Diretores Executivos do AquaValor, apresentaram de seguida as atividades desenvolvidas e os resultados obtidos por esta entidade desde a sua criação.

A “Valorização do Interior” ficou a cargo de Maria Fernanda Rollo, Professora Catedrática da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, e de Fernando Freire de Sousa, Presidente do Conselho Geral da Universidade do Porto.

Da parte da tarde falou-se sobre “Água Mineral Natural como Fonte de Inovação”, composto pelos seguintes temas: “Educação para a saúde e águas mineromedicinais em pacientes diagnosticados com fibromialgia”, por Natália Calvo-Ayuso; “Água Mineral Natural como ingrediente ativo na composição de cosméticos: o caso da Cró Water”, por André Araújo; “Turismo de Saúde e Bem-Estar: um produto estratégico para as regiões”, por Joaquim Gonçalves Antunes; e “Energia Geotérmica em Portugal: exemplos da sua aplicabilidade”, por Marina Paiva.

A Secretária de Estado Isabel Ferreira voltou a intervir na sessão desta feita sobre “O papel dos Fundos Europeus no Desenvolvimento dos Territórios”.

O encerramento ficou a cargo de António Cunha, Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), e da Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, que teceu rasgados elogios ao trabalho que tem vindo a ser feito pela Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega e Barroso (CIMAT), nomeadamente no que ao AquaValor diz respeito.

A importância do AquaValor na captação de Fundos Europeus para o desenvolvimento da Região

“A essência do AquaValor que declina a estratégia da Comunidade Intermunicipal tem a ver com este esforço de competitividade, convergência e coesão do território com o todo nacional”, referiu Nuno Vaz em declarações prestadas à comunicação social, realçando, ainda, que neste AQUAFORUM “pretendemos, também, perceber quais são os passos subsequentes nesta estratégia que definimos para dez anos. Aquilo que é essencial é tornar este território e os seus recursos e pessoas mais competitivos. Criar, sobretudo, uma coesão social e territorial”.

O Vice-Presidente do AquaValor concluiu que “queremos ser mais competitivos, criar um projeto de afirmação e crescimento daquilo que é o valor produzido, mas, ao mesmo tempo, fazê-lo de uma forma equitativa para todos. É essa a grande ambição do AquaValor, que traduz também a ambição da Comunidade Intermunicipal”.

Ramiro Gonçalves destacou a importância da existência de uma infraestrutura como o AquaValor no território, pois, antes desta, nenhuma outra havia sido capaz de captar fundos europeus no âmbito da investigação e desenvolvimento tecnológico para a região: “Felizmente o AquaValor com todas as suas dinâmicas tem conseguido captar fundos europeus, um instrumento importante. O objetivo da criação de um laboratório foi, sobretudo, transferir tecnologia para o território e conseguir incorporar valor neste recurso endógeno tão relevante que é a água. É algo ao qual muita gente concorre e nós, afortunadamente, temos conseguido ter mérito suficiente para angariar essas verbas que permitem colocar novos projetos em curso, alocar mais pessoas à equipa e gerir mais dinâmicas”.

O também Primeiro Secretário Executivo da Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega e Barroso afirmou estarem “felizes por estar já na 5ª edição do AQUAFORUM”.

Marcaram também presença neste evento autarcas e representantes dos seis municípios do Alto Tâmega e Barroso (Boticas, Chaves, Montalegre, Ribeira de Pena, Valpaços e Vila Pouca de Aguiar), bem como demais entidades de relevada importância para a Região.

O V AQUAFORUM teve a organização da Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega e Barroso, em parceria com o AquaValor – Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia da Água.

“No próximo dia 14 de julho de 2023, a Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega e Barroso, em colaboração com o AquaValor – Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia da Água, irá realizar o “V AQUAFORUM – Fórum Europeu de Investigação, Inovação e Valorização da Água Mineral Natural.”

Apresentando-se como um evento técnico-científico com excelentes oportunidades de debate na abordagem dos novos conhecimentos e resultados que englobam a área temática das Águas Minerais Naturais, o AQUAFORUM dará este ano lugar à sua 5ª edição. O programa do AQUAFORUM incluirá palestras focadas em: Investigação e Inovação nas Águas Minerais Naturais, Uso Terapêutico da Água Mineral Natural, Turismo de Bem-Estar ligado ao setor da Água Mineral Natural e Energia Geotérmica para o Desenvolvimento Sustentável.

Este ano o Evento decorrerá no Auditório Arte e Cultura Luís Teixeira, em Valpaços, Portugal e contará ainda com a Inauguração de um novo polo AquaValor, designado AgroValor localizado em Valpaços.

A participação no evento é gratuita, mas sujeita a INSCRIÇÃO OBRIGATÓRIA. A inscrição deve ser efetuada através do link: 

Mais informações sobre o V AQUAFORUM podem ser solicitadas no email abaixo:


No próximo dia 27 de março (segunda-feira), o Casino de Pedras Salgadas – Vila Pouca de Aguiar acolhe o “Fórum Turismo, Sustentabilidade e Crescimento do Interior”. Uma organização conjunta da Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega e Barroso (CIMAT)CoLAB/AquaValor e AECorgo.

Este evento, com início às 9h30 surge no âmbito do projeto “Alto Tâmega – Turismo 4.0”, apresenta os resultados atingidos com este projeto e visa ser o palco para a partilha da evolução das tendências do turismo no Interior do País, nomeadamente, o trabalho que foi desenvolvido no Alto Tâmega e Barroso e nas outras CIM´s e quais as perspetivas futuras.

O programa, disponível no link abaixo, conta com um conjunto de oradores com conhecimentos nas mais variadas temáticas associadas à área do Turismo, sendo estes fundamentais para uma discussão ativa, construtiva e geradora de valor acrescentado.

Destaque, ainda, para a atribuição do 3º título de Embaixador do Alto Tâmega e Barroso.

A participação é gratuita e aberta a todos os interessados, mas sujeita a INSCRIÇÃO OBRIGATÓRIA. Lugares limitados à disponibilidade de espaço da sala.

A iniciativa inclui um almoço volante.


Cofinanciado por:

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