– Blog

Com objetivo de dotar os operadores turísticos do Alto Tâmega dos conhecimentos técnicos e funcionais necessários à modernização dos seus negócios, tendo por base aqueles que são os novos desafios do turismo na Região, a CIMAT, o AquaValor e a AE Corgo, vão avançar já no próximo dia 13 de junho com a primeira ação de Capacitação, em Chaves.

Após a apresentação do Plano Estratégico de Turismo do Alto Tâmega e auscultação dos operadores turísticos da Região foram planeadas um conjunto de 12 Ações de Capacitação (6 presenciais e 6 online) orientadas para aqueles que são os Novos Desafios do Turismo no Alto Tâmega.

Estas ações têm por objetivo capacitar os operadores turísticos do Alto Tâmega no sentido de os dotar dos conhecimentos técnicos e funcionais necessários para modernizar os seus negócios, adaptarem a oferta turística aos novos desafios do Turismo e sensibilizar para as vantagens inerentes ao estabelecimento de parcerias com os restantes operadores turísticos da Região.

No sentido da criação do networking entre os operadores turísticos dos vários municípios, as ações de capacitação presenciais serão realizadas uma por município, com o objetivo que estes se mobilizem também para as sessões dos concelhos vizinhos.

A primeira ação de capacitação tem como temática “ALTO TÂMEGA EM 360º – Experiências Turísticas Orientadas” e realiza-se na próxima segunda-feira, dia 13 de junho, das 9h30 às 12h30, no Restaurante “A Talha”, em Chaves.

A participação é gratuita, mas sujeita a INSCRIÇÃO OBRIGATÓRIA, uma vez que a sessão termina com almoço.

A esta ação presencial seguir-se-á a segunda sessão de capacitação – regime online, no dia 15 de junho (quarta-feira), às 15h00, com a temática “Posicionamento e Valor para o Turismo do Alto Tâmega”.


Cofinanciado por:

Entre os dias 16 e 18 de maio realizou-se no Centro de Congressos de Lisboa o encontro anual de Ciência, Tecnologia e Inovação em Portugal, Ciência ’22. O AquaValor, em parceria com o CIMO-IPB, o Cedri-IBP, a UBI, a FCUL e a empresa TARH, apresentou o projeto Aquae Vitae, financiado pelo programa Promove Futuro do Interior, a convite do BPI|Fundação “La caixa”.


Com objetivo de reforçar e consolidar a estratégia do Alto Tâmega em matéria de Turismo, a CIMAT, o AquaValor e a AE Corgo, vão avançar já no próximo dia 4 de maio com um road show de apresentação do projeto Alto Tâmega – TURISMO 4.0 (NORTE-02-0853-FEDER-037651), pelos 6 municípios da Região:

  • 4 de maio: 10h00, Casa da Cultura – Museu da Escola, RIBEIRA DE PENA – Programa
  • 4 de maio: 15h00, Auditório do Palacete Silva, VILA POUCA AGUIAR – Programa
  • 9 de maio: 10h00, Salão Nobre da Câmara Municipal, BOTICAS –  Programa
  • 9 de maio: 15h00, Pavilhão Multiusos, MONTALEGRE – Programa
  • 11 de maio: 10h00, Casa do Vinho, VALPAÇOS – Programa
  • 11 de maio: 15h00, Biblioteca Municipal, CHAVES – Programa

É objetivo central do projeto reforçar a capacidade empresarial dos operadores turísticos da região para o desenvolvimento de novos produtos, serviços e processos, dando coerência e consistência à Estratégia Turística definida para a Região e que tem norteado o trabalho dos 6 municípios nos últimos anos.

O setor do turismo apresenta-se, hoje, aos seus operadores com novas exigências, nomeadamente, com a necessidade de disponibilização de oferta turística multidisciplinar que agregue, em paralelo, vários operadores turísticos (respondendo desta forma aos requisitos atuais dos turistas), bem como a necessidade de promoção, disponibilização e acompanhamento da oferta turística e do próprio turista na nova realidade digital e tecnológica.

É com base nestes pressupostos que surge o projeto “Alto Tâmega Turismo 4.0”, num esforço de cooperação entre entidades da região do Alto Tâmega que estão focadas no seu desenvolvimento, na capacitação dos operadores turísticos e dos intervenientes diretos no setor, no desenvolvimento e adaptação dos produtos turísticos regionais e, em última análise, no desenvolvimento de todo o território.

A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição obrigatória, através do link:

Não perca a oportunidade de obter toda a informação sobre esta iniciativa!

O Alto Tâmega conta consigo!


Cofinanciado por:

A AquaValor (Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia da Água) em parceria com o IPB – Escola Superior de Hotelaria e Bem-Estar, comemorou o dia Mundial da Água e para além de visitas aos seus laboratórios por parte dos alunos do ensino secundário do concelho de Chaves, dinamizaram um Webinar, ”Água Subterrânea”, temática esta escolhida pela ONU para assinalar a data. In “Alto Tâmega em Revista”.


Designação do projeto| Aquae Vitae – Água Termal como Fonte de Vida e Saúde

Categoria do projeto| Projetos de I&D Mobilizadores

Região de intervenção| NORTE – CENTRO – LISBOA E VALE DO TEJO

Entidades beneficiárias| 600013758 – CIMO-IPB, Centro de Investigação de Montanha do Instituto Politécnico de Bragança (Beneficiária Líder) | 515134465 – AQUAVALOR – Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia da Água| 600013758 – CeDRI-IPB, Centro de Investigação em Digitalização e Robótica Inteligente do IPB, 502083514 – UBI, Universidade da Beira Interior, 504462454 – TARH, Terra, Ambiente e Recursos Hídricos, 502618418 – FCUL, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

Data de início| 01-09-2021

Data de conclusão| 30-03-2024

Investimento total| 629 032,50 €

Apoio financeiro| 503 826,00€

Entidades financiadoras| BPI – Fundação La Caixa / Fundação para a Ciência e Tecnologia – FCT

Equipa AquaValor| Maria José Alves (Responsável de Linha) / Ana Coelho (Investigadora) / André Lemos (Investigador)/ Catarina Milho (Investigadora) / Cátia Fidalgo (Investigadora) / Daniela Correia (Investigadora) / Frederico Branco (Investigador) / Jani Silva (Investigadora) / José Martins (Investigador) / Juliana Garcia (Investigadora) / Pedro Moreira (Investigador) / Rafaela Guimarães (Investigadora) / Ramiro Gonçalves (Investigador)

Descrição do Projeto

O projeto Aquae Vitae foca a prevenção da doença e a promoção da saúde e bem-estar, debruçando-se na avaliação dos efeitos terapêuticos da água termal tendo em conta a sua composição química e microbiológica, no desenvolvimento de bebidas e/ou alimentos funcionais de base termal com possível incorporação de compostos bioativos naturais, na criação de produtos cosméticos sustentáveis de base termal, e na avaliação da sustentabilidade dos recursos hidrominerais e geotérmicos regionais. É um projeto multidisciplinar, agregador de conhecimento e visa o desenvolvimento socioeconómico regional e nacional, suportado por um consórcio de entidades complementares.

Principais Resultados (esperados)

Linha de Ação 1 – Efeitos terapêuticos da água termal

Nesta linha de ação irá ser realizada uma caracterização química e um studo do efeito do hidrogenoma das diferentes águas termais com vista à obtenção de novos tratamentos termais e à promoção da saúde, bem como da atividade. Paralelamente, vão ser diagnosticados os potenciais impactos socioeconómicos dos tratamentos termais no SNS (Ex: procura por cuidados de saúde) e na Segurança Social (Ex: baixas médicas). Em suma, prevê-se atingir um novo protocolo com novas bioatividades de base termal e de um relatório de impacto da água termal e do termalismo na saúde pública, no SNS e na SS.

Linha de Ação 2 – Desenvolvimento de bebidas e/ou alimentos funcionais

Desta linha de ação espera-se a obtenção de bebidas e produtos alimentares de valor acrescentado através da incorporação de águas minerais naturais e com aproveitamento de recursos endógenos da região. Nesta linha estão a ser desenvolvidos formulações de pão e chás usando diferentes matrizes, com o objetivo de avaliar o efeito da água mineral natural nas características físico-químicas e na composição nutricional destes produtos.

Linha de Ação 3 – Cosméticos sustentáveis à base de água termal

Desta linha de ação espera-se  a obtenção de produtos cosméticos através da conjugação de água termal com compostos bioativos de base natural e/ou resíduos agroindustriais que potenciem estes produtos. Estão a ser desenvolvidos estudos, até ao momento, as partes aéreas da produção de mirtilo e folhas de figueira. Estão a ser feitos estudos de bioatividade das águas e dos bioresíduos através da avaliação das suas propriedades antioxidante, antimicrobiana, citotóxica e anti-inflamatória.


Cofinanciado por:

Back to top