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A qualidade da água corresponde a um conjunto de características físicas, químicas e biológicas, que variam consoante a sua utilização: consumo humano, águas naturais doces, águas minerais naturais, águas de piscina, águas residuais e águas de processo industrial.

A avaliação da qualidade da água é realizada através de análises físico-químicas e microbiológicas, que permitem determinar a sua adequação a cada finalidade específica.

Em Portugal, existe um quadro legislativo rigoroso que define os parâmetros obrigatórios para diferentes tipos de água, sempre com o objetivo de proteger a saúde humana e os ecossistemas. A legislação estipula que a colheita e a análise da água devem ser realizadas em laboratórios especializados e acreditados, como o Laboratório de Caracterização de Águas do AquaValor, acreditado pelo Instituto Português de Acreditação (IPAC).

Para conhecer melhor a atual situação da qualidade da água para consumo humano em Portugal, pode consultar:

– A ficha temática “Água para Consumo Humano” no Portal do Estado do Ambiente – Portugal;
– As estatísticas concelhias disponibilizadas pela PORDATA.

Qualidade da Água para Consumo Humano

A verificação da qualidade da água fornecida pela rede pública é da responsabilidade das entidades gestoras dos sistemas de abastecimento, que recolhem periodicamente amostras para análise. Estes controlos avaliam o cumprimento de parâmetros químicos, físicos, radiológicos e microbiológicos, de acordo com programas aprovados e fiscalizados pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR).

Os requisitos aplicáveis encontram-se definidos no Decreto-Lei n.º 69/2023, de 21 de agosto, que estabelece:

– O número de análises obrigatórias;

– Os valores paramétricos de referência;

– As metodologias de controlo da qualidade da água.

Enquanto a qualidade da água da rede pública é monitorizada pelas entidades gestoras, a água proveniente de furos, poços ou nascentes particulares é da exclusiva responsabilidade dos seus proprietários. Nestes casos, a realização de análises regulares é essencial para garantir a segurança do consumo.

AquaValor – O seu parceiro para garantir a qualidade da água

O Laboratório de Caracterização de Águas do AquaValor, com sede em Chaves, disponibiliza:

– Análises físico-químicas e microbiológicas abrangentes;

– Apoio técnico especializado na interpretação dos resultados;

– Serviços para entidades públicas, empresas privadas e particulares.

Dispomos de uma equipa qualificada e de equipamentos de última geração, garantindo rigor, fiabilidade e conformidade legal em todos os serviços prestados.

Se pretende assegurar a qualidade da sua água — seja para consumo próprio ou uso empresarial, entre em contacto connosco!


📞 +351 300 081 996 | 📩 laboratorio@aquavalor.pt | 🌐 www.aquavalor.pt

AquaValor – O seu laboratório de confiança para a qualidade da água

Apresentação do Portfólio Gastronómico com Água Termal, durante o II Fórum do Turismo do Alto Tâmega e Barroso

O “Portfólio Gastronómico – Água termal: um ingrediente natural inovador na gastronomia” foi destaque nacional pela SIC na passada semana (assista à reportagem através do link: https://sicnoticias.pt/saude-e-bem-estar/2025-03-29-video-regiao-do-alto-tamega-estuda-beneficios-da-agua-termal-na-cozinha–a46d82fe )

Resultado do projeto Aquae Vitae – “Água Termal como fonte de vida e saúde” financiado pela Fundação LA Caixa, este portfólio contou com a colaboração dos reputados Chefs Justa Nobre, Renato Cunha e Rui Mota, que foram desafiados a preparar receitas onde combinassem a qualidade dos produtos endógenos do Alto Tâmega e Barroso, com a água termal de Chaves. A investigação realizada evidenciou, que a incorporação de água termal no processo de confecção, tem impacto na composição nutricional do prato, bem como no aspeto e sabor dos alimentos.
O AquaValor, apresentou o Portfólio Gastronómico no II Fórum do Turismo do Alto Tâmega e Barroso no passado dia 31/03/2025, realçando a inovação da investigação realizada e a diferenciação que a adoção do mesmo pela Hotelaria e Restauração pode representar para o Turismo da região do Alto Tâmega e Barroso. Os presentes tiveram a oportunidade de degustar alguns produtos elaborados com água termal e infusões com água termal elaboradas pela “Infusões com História”.

Os membros do consórcio do projeto INOV@LHEIRA – Inovação e transformação da alheira tradicional explorando o potencial da formulação e das tecnologias de conservação realizaram a reunião de Kick-Off no passado dia 6 de janeiro. O plano de atividades consistiu numa visita às instalações da empresa Fumeinor, líder do projeto, seguida de uma visita e reunião de consórcio nas instalações do AquaValor.

Aprovado no âmbito do Portugal 2030 e do COMPETE 2030, o projeto INOV@LHEIRA visa promover a inovação na indústria dos enchidos, nomeadamente da Fumeinor e da produção de alheira tradicional, através da investigação e desenvolvimento de processos de produção e conservação da massa de alheira como forma de obter produtos diferenciadores.

Com um investimento total de 787.211,84 €, e considerando um apoio financeiro da União Europeia de 637.963,21 €, durante um período de 36 meses, o projeto INOV@LHEIRA será desenvolvido por um consórcio multidisciplinar e com comprovada experiência no âmbito do projeto, aqui composto por uma empresa, o líder Fumeinor, e três entidades do Sistema de I&I, AquaValor, MORE CoLAB e TAGUSVALLEY, que aportam todos os conhecimentos técnico-científicos necessários à sua correta execução.

 

 

Designação do projeto| INOV@LHEIRA – Inovação e transformação da alheira tradicional explorando o potencial da formulação e das tecnologias de conservação

Código do Projeto| COMPETE2030-FEDER-01204600

Região de intervenção| NORTE

Entidades beneficiárias| FUMEINOR – Indústria de Fumeiro e Conexos Lda. | AquaValor – Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia da Água – Associação | MORE – Laboratório Colaborativo Montanhas de Investigação – TAGUSVALLEY – Associação para a Promoção e Desenvolvimento do Tecnopólo do Vale do Tejo – Associação

Data de aprovação| 14/08/2024

Data de início| 01/01/2025

Data de conclusão| 31/12/2027

Investimento total| 787.211,84 €

Apoio financeiro da União Europeia| FEDER – 637.963,21 €

Equipa AquaValor| Maria José Alves (PI) / Rafaela Guimarães (Investigadora) / André Lemos (Investigador) / Luís Pinto (Investigador) / Jani Silva (Investigadora) / Juliana Garcia (Investigadora)

Descrição do Projeto

O projeto INOV@LHEIRA visa promover a inovação na indústria dos enchidos, nomeadamente da Fumeinor e da produção de alheira tradicional, através da investigação e desenvolvimento de processos de produção e conservação da massa de alheira como forma de obter produtos diferenciadores. Neste projeto, irá ser realizado: o levantamento das especificações técnicas dos produtos a desenvolver e dos ingredientes a incorporar; a implementação de novas tecnologias de conservação; o desenvolvimento de novos produtos e processos com vista à obtenção de produtos inovadores à base de massa de alheira; a avaliação do perfil nutricional, tecnológico e sensorial das formulações de massa de alheira desenvolvidas; a determinação da estabilidade e do tempo de prateleira dos produtos desenvolvidos. Desta forma, o projeto pretende determinar os processos de produção e conservação a ser aplicados para a obtenção de massa de alheira, levando ao desenvolvimento de produtos nutricionalmente mais equilibrados. Durante um período de 36 meses, o projeto INOV@LHEIRA será desenvolvido por um consórcio multidisciplinar e com comprovada experiência no âmbito do projeto, aqui composto por uma empresa, o líder Fumeinor, e três entidades do Sistema de I&I, AquaValor, MORE CoLAB e TAGUSVALLEY, que aportam todos os conhecimentos técnico-científicos necessários à sua correta execução.

Objetivos

1) Desenvolver um novo produto pronto-a-comer massa de alheira a ser comercializada em embalagem sem tripa, mantendo as propriedades organoléticas da alheira tradicional, sem adição de conservantes e com tempo de prateleira de seis meses;

2) Desenvolver uma massa de alheira funcional pela incorporação de ingredientes/extratos (ex.: fitoesteróis, fibras alimentares), sem adição de conservantes e com tempo de prateleira de seis meses;

3) Desenvolver um processo sustentável em termos de custo-benefício e baixo impacto ambiental para conservar os produtos desenvolvidos;

4) Demonstrar à escala relevante a produção dos produtos e o processo desenvolvido.

Principais Resultados (esperados)

Produtos

i) Uma massa de alheira pronta-a-comer, com as características organoléticas (sabor a fumo e textura granulosa) semelhantes a alheira tradicional, sem adição de conservantes, e acondicionada numa embalagem de acordo com a tecnologia de conservação selecionada (eliminação da etapa do enchimento em tripa)

ii) Uma massa de alheira funcional pela incorporação de ingredientes/extratos (ex.: fitoesteróis, fibras alimentares), que possa auxiliar na redução do colesterol.

Processo

– Obter um processo de conservação da “massa da alheira” que permita eliminar os aditivos químicos adicionadas no processo de produção da alheira tradicional, bem como aumentar o tempo de prateleira para 6 meses (atualmente, 2 meses em contexto comercial).

Atividades

Atividade 1 – Estudo do processo de produção da massa de alheira

Otimização do processo de produção de massa de alheira, considerando a introdução de alterações ao nível da formulação e das condições de algumas etapas do processo de fabrico, comparativamente com o processo da alheira tradicional acondicionada em tripa.

Atividade 2 – Estudo da funcionalização da massa de alheira

Estudo da funcionalização da massa de alheira desenvolvida anteriormente com esteróis e/ou fibras.

Atividade 3 – Investigação de diferentes tecnologias de conservação e embalamento

Estudo e otimização do processo de conservação dos produtos desenvolvidos nas atividades anteriores, considerando três tecnologias de conservação para o efeito (um térmica e duas não-térmicas).

Atividade 4 – Demonstração dos produtos e processos

Caracterização nutricional e sensorial dos produtos desenvolvidos a nível industrial, assim como a confirmação do tempo de prateleira através da avaliação da segurança microbiológica.

Atividade 5 – Disseminação, comunicação e exploração dos resultados do projeto

Realização de tarefas relacionadas com a promoção e disseminação dos resultados do projeto.

Atividade 6 – Gestão do projeto

Realização das principais tarefas e marcos de gestão do projeto e gestão do conhecimento e propriedade intelectual, garantindo a integração e coesão entre as diferentes etapas do projeto.


Cofinanciado por:

No evento realizado no dia 27 de novembro na Reitoria da Universidade NOVA de Lisboa, estiveram presentes os oito Laboratórios Colaborativos que atuam na área da Saúde, entre os quais o AquaValor, onde foram apresentadas as várias entidades e os seus projetos em curso.

Com participação da Secretária de Estado da Saúde, Ana Novo, e de responsáveis das principais entidades envolvidas na Inovação e Desenvolvimento em Portugal, como a Agência Nacional de Inovação e a Fundação para a Ciência e Tecnologia, o evento visou promover as potencialidades da investigação desenvolvida ao nível da saúde, mas também contribuir para criação de sinergias entre as diversas entidades.

Com apoio proveniente do PRR, os Laboratórios Colaborativos da área da saúde têm apostado na criação de ferramentas médicas, desenvolvimento de fármacos e de produtos com aplicação terapêutica, e ainda serviços que permitam melhorar os cuidados de saúde, sendo que o foco do AquaValor continua a incidir na promoção da Saúde e Bem-Estar, com associação ao termalismo e numa perspetiva holística da saúde para os cidadãos.

Pode aceder à publicação da notícia online através do link: 

Pode aceder à publicação da notícia em jornal através do link:

 

 

O AquaValor conta com um projeto aprovado na 6ª edição do Programa PROMOVE lançada pela Fundação ”la Caixa”, em colaboração com o BPI e em parceria com a Fundação para a Ciência e Tecnologia, tendo o objetivo de contribuir para o desenvolvimento sustentável em regiões do Interior de Portugal.

A Comissão Europeia lançou um inquérito sobre as necessidades dos utilizadores em matéria de infraestruturas tecnológicas para compreender melhor as necessidades da indústria. As respostas a este inquérito vão ajudar a Comissão a tirar conclusões, baseadas em evidências, sobre a orientação futura e o apoio necessário às infraestruturas tecnológicas a nível europeu.

A ANI está a promover a sua divulgação, com o objetivo de aumentar a representatividade das empresas nacionais nos resultados obtidos. Agradecemos que se juntem ao esforço da ANI, divulgando este inquérito junto dos vossos clientes e parceiros, de forma a estimular o aumento das respostas de empresas portuguesas.

O inquérito demora entre 5 e 15 minutos a ser concluído e pode ser respondido até dia 30 de novembro. Pode aceder ao inquérito aqui.

A ANI publicou uma notícia sobre este tema, que pode consultar aqui.

Ficamos ao dispor para qualquer esclarecimento adicional.

 

 

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