– AdminAquavalor

Designação do projeto| SUSTAINABLE TROUT – Promoção, Valorização e Sustentabilidade da Truta de Boticas

Categoria do projeto| Projetos – Piloto Inovadores

Região de intervenção| Norte

Entidades beneficiárias| Mais Boticas – Associação Empresarial Botiquense, AquaValor – Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia da Água (CoLAB), CIMO – Centro de Investigação de Montanha do IPB, Câmara Municipal de Boticas

Data de início| 31-08-2023

Data de conclusão| 31-10-2026

Investimento total| 199 258,00 €

Apoio financeiro| 108 194,00 €

Entidades financiadoras| BPI – Fundação La Caixa / Fundação para a Ciência e Tecnologia – FCT

Equipa AquaValor| Maria José Alves (PI) / Ramiro Gonçalves (Investigador) / André Lemos (Investigador) / Rafaela Guimarães (Investigadora) / Juliana Garcia (Investigadora) / José Santos (Investigador)

Descrição do Projeto

O Alto Tâmega é caraterizado por um baixo VAB no sector secundário. Aumentar o valor económico da região com o desenvolvimento de projetos dinamizadores da economia local através da valorização de recursos endógenos, é de suma importância. A truta, uma das espécies piscícolas mais consumida na Europa, apresenta propriedades nutricionais e bioativas que lhe conferem um alto valor agregado, tornando-se uma matriz alvo para o desenvolvimento de novos produtos alimentares. O projeto SustainableTrout pretende valorizar os excedentes de truta-fário do posto aquícola de Boticas (Município de Boticas), criando um portfólio de produtos alimentares inovadores (CIMO-IPB/AquaValor) para exploração comercial (+Boticas), com o intuito de criar uma marca com forte valor regional e cultural. Pretende-se contribuir para a produção de soluções de alto-valor acrescentado, de interesse nacional, com impacto na sustentabilidade dos recursos endógenos e na dinâmica económica da região de Trás-os-Montes.

Principais Resultados (esperados)

O projeto SustainableTrout terá como principal resultado/output um portfólio de produtos inovadores através do reaproveitamento da truta excedentária assim como a obtenção de um protótipo à base de truta com objetivo de criar a marca “Truta de Boticas”. Este output permitirá uma gestão mais sustentável e eficiente da truta, a valorização dos produtos e recursos endógenos, e o desenvolvimento científico e a transferência de conhecimento e tecnologia para o setor alimentar. Esta transferência de tecnologia irá dar origem a novos produtos e, adicionalmente irá permitir identificar novas aplicações para estes produtos endógenos predominantes na região, promovendo a economia circular e o fortalecimento do tecido económico e industrial do território do Alto-Tâmega.


Cofinanciado por:

Designação do projeto| WOODLANDFUNGI – Valorização e Sustentabilidade dos Cogumelos Silvestres do Barroso

Categoria do Projeto| Projetos – Piloto Inovadores

Região de intervenção| Norte

Entidades beneficiárias| CAPOLIB – Cooperativa Agro Rural de Boticas, AquaValor – Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia da Água (CoLAB), CIMO – Centro de Investigação de Montanha do IPB

Data de início| 05-09-2023

Data de conclusão| 31-10-2026

Investimento total| 201 065,00 €

Apoio financeiro| 150 000,00 €

Entidades financiadoras| BPI – Fundação La Caixa / Fundação para a Ciência e Tecnologia – FCT

Equipa AquaValor| Maria José Alves (PI) / Ramiro Gonçalves (Investigador) / Rafaela Guimarães (Investigadora) / André Lemos (Investigador) / Juliana Garcia (Investigadora) / José Santos (Investigador)

Descrição do Projeto

O projeto WOODLANDFUNGI pretende valorizar de forma sustentável um dos recursos endógenos mais predominante na região do Barroso, nomeadamente os cogumelos silvestres, prevendo uma gestão ordenada e sustentável destes recursos através da identificação de áreas com potencial micológico, organizando e regulamentando a sua colheita. Dotar de competências as comunidades locais de boas práticas de colheita para garantir a preservação e continuidade destes recursos no ecossistema será um dos focos a que o projeto se propõe. Paralelamente, o WOODLANDFUNG contemplará atividades de caracterização nutricional e fitoquímica das diferentes espécies de cogumelos silvestres, além do desenvolvimento de produtos diferenciadores. O projeto ambiciona impulsionar a comercialização destes recursos em diferentes formas (fresco/congelado/desidratado) bem como, introduzir no mercado os produtos diferenciadores desenvolvidos que contribuirão por sua vez para a promoção e desenvolvimento da região.

Principais Resultados (esperados)

Do WOODLANDFUNGI resultará a constituição e organização de uma fileira comercial baseada na sustentabilidade, regulamentação interna e valorização dos cogumelos silvestres do Barroso. No final do projeto as comunidades locais estarão capacitadas em boas práticas de colheita no setor micológico garantindo a sustentabilidade destes recursos. Além disso, as novas tecnologias de conservação desenvolvidas tendo em conta a sua comercialização em fresco, seco e congelado, serão um marco importante que permitirá aumentar o tempo de prateleira destes recursos. O desenvolvimento de produtos diferenciadores aproveitando os cogumelos silvestres sem interesse comercial permitirá acrescentar-lhes valor e combater o desperdício alimentar. Delinear ações conjuntas e concertadas no desenvolvimento do setor micológico vai promover o território, resultado da comercialização, marketing e promoção dos produtos e da implementação de eventos gastronómicos, participação em feiras e encontros científicos.


Cofinanciado por:

O passado dia 6 de outubro, ficou marcado pelo arranque do Projeto Piloto WoodlandFungi – Valorização e Sustentabilidade dos Cogumelos Silvestres do Barroso, um projeto que teve aprovação pela Fundação La Caixa ao concurso “PROMOVE o Futuro do Interior” edição 2023. O principal domínio temático do projeto assenta na criação ou consolidação de polos de atividade e inovação empresarial que contribuam para formar e atrair recursos humanos qualificados para a região e que tenham potencial para presença nos mercados externos.

Objetivos

O principal objetivo do WoodlandFungi é valorizar de forma sustentável um dos recursos endógenos mais predominante na região do Barroso, nomeadamente os cogumelos silvestres, prevendo uma gestão ordenada e sustentável destes recursos. Para isso será feita a identificação de áreas com potencial micológico, visando organizar e regulamentar a sua colheita. Para além disso, o WoodlandFungi ambiciona dotar de competências as comunidades locais sobre as boas práticas de colheita de forma a garantir a preservação e continuidade das espécies no ecossistema. Paralelamente, serão contempladas atividades de caracterização nutricional e fitoquímica das diferentes espécies de cogumelos silvestres, bem como o desenvolvimento de produtos diferenciadores.

Estratégia

O projeto WoodlandFungi prevê impulsionar a comercialização dos cogumelos silvestres em diferentes formas, bem como, o desenvolvimento e introdução no mercado de produtos diferenciadores, assentando no domínio estratégico para o desenvolvimento das regiões do interior do Programa Promove.

Consórcio

O WoodlandFungi compreende um consórcio multidisciplinar do qual fazem parte a CAPOLIB – Cooperativa Agro Rural de Boticas, o AquaValor – Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia da Água e o CIMO – Centro de Investigação de Montanha do Instituto Politécnico de Bragança

A Escola Superior de Hotelaria e Bem-Estar, em conjunto com a Universidade Federal do Paraná, irá realizar o “I Seminário Internacional de Fisioterapia – Fisioterapia Aquática” no próximo dia 22 de setembro (Auditório do Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso + online) e no dia 23 de setembro (exclusivamente online).

A Fisioterapia Aquática é uma abordagem terapêutica inovadora que utiliza o meio aquático para a aplicação de técnicas específicas de fisioterapia com o objetivo de melhorar a qualidade de vida de pacientes com uma variedade de condições médicas. Este seminário irá abordar um conjunto de temáticas de forma a fornecer uma visão profunda e prática da fisioterapia aquática, apresentando-se como uma excelente oportunidade para discussão e debate de novos conhecimentos.

O Seminário é gratuito e aberto a toda a comunidade, sujeito a pré-inscrição obrigatória.


As instalações do AgroValor, o mais recente pólo do AquaValor – Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia da Água, situadas na cidade de Valpaços, foram inauguradas na passada sexta-feira, dia 14 de julho, contando com a presença da Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa.

Este Centro Tecnológico Agroalimentar que vai servir os seis municípios do território – Boticas, Chaves, Montalegre, Ribeira de Pena, Valpaços e Vila Pouca de Aguiar – é visto como um meio de acrescentar valor aos produtos endógenos da região, como é o caso do vinho, do azeite, do mel, da castanha, entre outros.

“O AgroValor é uma instanciação do AquaValor numa perspetiva de acrescentar valor em outros recursos endógenos que não só a água”, explicou Ramiro Gonçalves, Diretor Executivo do AquaValor e Primeiro Secretário Executivo da Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega e Barroso (CIMAT), acrescentando que “o território é servido por outros produtos endógenos e necessitamos de uma estrutura que também consiga incorporar esse valor nesses mesmos produtos. Temos várias dinâmicas em simultâneo e pretendemos dar hoje sinal disso mesmo perante a senhora Ministra e perante o Presidente da CCDR-N, porque queremos claramente sinalizar este projeto do AgroValor como sendo um projeto que deverá ter, no novo quadro comunitário de apoio, o mesmo tipo de atenção que o AquaValor teve no quadro comunitário atual”.

De acordo com Luís Pais, Vice-Presidente do Instituto Politécnico de Bragança (IPB), um dos associados do AquaValor, “este é um dia muito feliz para o IPB e para a região pela inauguração do AgroValor em Valpaços, sendo um sinal claro de afirmação do Instituto e em como queremos continuar presentes nesta região. O AgroValor vai acrescentar ainda mais valor aos produtos endógenos do território do Alto Tâmega e Barroso”.

Por fim, Ana Abrunhosa destacou o facto de o AquaValor, e agora com a criação deste novo pólo, o AgroValor, ser um instrumento crucial de captação e fixação de pessoas altamente qualificadas no território, e realçou, ainda, que este “é um dos melhores exemplos que temos de boa aplicação de fundos europeus. É um exemplo de como territórios como este não estão ‘condenados’. É um exemplo de como se podem criar pólos de conhecimento e de valor, desde que haja liderança política, como é o caso, e que esta proporcione parcerias adequadas, como a parceria com o IPB, que foi absolutamente determinante, somando o apoio da CCDR-N, bem como com os privados”.

Esta inauguração marcou o encerramento do V AQUAFORUM – Fórum Europeu de Investigação, Inovação e Valorização da Água Mineral Natural, que decorreu no Auditório Arte e Cultura Luis Teixeira, em Valpaços, tendo todos os presentes sido convidados a uma visita guiada por este novo pólo, situado nas instalações do antigo Lar das Freiras, bem no coração da cidade valpacense.

O Auditório Arte e Cultura Luís Teixeira, em Valpaços, acolheu, na passada sexta-feira, dia 14 de julho, pela primeira vez, a 5ª edição do AQUAFORUM, um espaço de debate sobre o recurso “água” enquanto elemento agregador do Alto Tâmega e Barroso.

A abertura deste Fórum ficou a cargo do Vereador da Câmara Municipal de Valpaços, Jorge Pires, que deu as boas-vindas aos presentes, salientando o gosto que foi para o seu município acolher este evento que, ano após ano, continua a despertar o interesse de diversos atores da região, nomeadamente de investigadores ligados à temática da água.

Neste mesmo painel estiveram ainda presentes Nuno Vaz, enquanto Vice-Presidente do AquaValor, Luís Pais, Vice-Presidente do Instituto Politécnico de Bragança – IPB, e Isabel Ferreira, Secretária de Estado do Desenvolvimento Regional.

Maria José Alves e Ramiro Gonçalves, ambos Diretores Executivos do AquaValor, apresentaram de seguida as atividades desenvolvidas e os resultados obtidos por esta entidade desde a sua criação.

A “Valorização do Interior” ficou a cargo de Maria Fernanda Rollo, Professora Catedrática da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, e de Fernando Freire de Sousa, Presidente do Conselho Geral da Universidade do Porto.

Da parte da tarde falou-se sobre “Água Mineral Natural como Fonte de Inovação”, composto pelos seguintes temas: “Educação para a saúde e águas mineromedicinais em pacientes diagnosticados com fibromialgia”, por Natália Calvo-Ayuso; “Água Mineral Natural como ingrediente ativo na composição de cosméticos: o caso da Cró Water”, por André Araújo; “Turismo de Saúde e Bem-Estar: um produto estratégico para as regiões”, por Joaquim Gonçalves Antunes; e “Energia Geotérmica em Portugal: exemplos da sua aplicabilidade”, por Marina Paiva.

A Secretária de Estado Isabel Ferreira voltou a intervir na sessão desta feita sobre “O papel dos Fundos Europeus no Desenvolvimento dos Territórios”.

O encerramento ficou a cargo de António Cunha, Presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), e da Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, que teceu rasgados elogios ao trabalho que tem vindo a ser feito pela Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega e Barroso (CIMAT), nomeadamente no que ao AquaValor diz respeito.

A importância do AquaValor na captação de Fundos Europeus para o desenvolvimento da Região

“A essência do AquaValor que declina a estratégia da Comunidade Intermunicipal tem a ver com este esforço de competitividade, convergência e coesão do território com o todo nacional”, referiu Nuno Vaz em declarações prestadas à comunicação social, realçando, ainda, que neste AQUAFORUM “pretendemos, também, perceber quais são os passos subsequentes nesta estratégia que definimos para dez anos. Aquilo que é essencial é tornar este território e os seus recursos e pessoas mais competitivos. Criar, sobretudo, uma coesão social e territorial”.

O Vice-Presidente do AquaValor concluiu que “queremos ser mais competitivos, criar um projeto de afirmação e crescimento daquilo que é o valor produzido, mas, ao mesmo tempo, fazê-lo de uma forma equitativa para todos. É essa a grande ambição do AquaValor, que traduz também a ambição da Comunidade Intermunicipal”.

Ramiro Gonçalves destacou a importância da existência de uma infraestrutura como o AquaValor no território, pois, antes desta, nenhuma outra havia sido capaz de captar fundos europeus no âmbito da investigação e desenvolvimento tecnológico para a região: “Felizmente o AquaValor com todas as suas dinâmicas tem conseguido captar fundos europeus, um instrumento importante. O objetivo da criação de um laboratório foi, sobretudo, transferir tecnologia para o território e conseguir incorporar valor neste recurso endógeno tão relevante que é a água. É algo ao qual muita gente concorre e nós, afortunadamente, temos conseguido ter mérito suficiente para angariar essas verbas que permitem colocar novos projetos em curso, alocar mais pessoas à equipa e gerir mais dinâmicas”.

O também Primeiro Secretário Executivo da Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega e Barroso afirmou estarem “felizes por estar já na 5ª edição do AQUAFORUM”.

Marcaram também presença neste evento autarcas e representantes dos seis municípios do Alto Tâmega e Barroso (Boticas, Chaves, Montalegre, Ribeira de Pena, Valpaços e Vila Pouca de Aguiar), bem como demais entidades de relevada importância para a Região.

O V AQUAFORUM teve a organização da Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega e Barroso, em parceria com o AquaValor – Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia da Água.

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Política de Privacidade e Proteção de Dados Pessoais

I- A AquaValor:

A AquaValor - Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia da Água – Associação, detentora do NIPC: 515134465 e com sede na Rua Dr. Júlio Martins Nº1, 5400-342 Chaves, é uma associação privada sem fins lucrativos constituída em novembro de 2018, que doravante se designará por AquaValor.
A AquaValor atua, essencialmente, em torno da temática da água, nas suas várias vertentes, enquanto valor distintivo/identitário, agregador e potenciador de crescimento económico na sub-região do Alto Tâmega.

II- O compromisso da AquaValor:

Tendo em conta a proporcionalidade e adequação impostas pela capacidade de alocação dos recursos e meios técnicos ao seu alcance, a AquaValor está profunda e genuinamente comprometida e empenhada em dar proteção aos seus clientes e utentes, colaboradores regulares ou ocasionais, candidatos, associados e representantes legais de associados, bem como dos utilizadores de serviços prestados, no que diz respeito à sua privacidade e ao tratamento e circulação dos seus dados pessoais.

III- Os dispositivos de recolha e suportes de dados pessoais em uso:

A AquaValor dispõe, edita e gere os seguintes suportes de tratamentos de dados pessoais
• Sistema informático composto por um conjunto de soluções de software suportados num conjunto de dispositivos de hardware e outras soluções similares com capacidade de processamento, incluindo serviços de email e outros repositórios digitais, internos ou externos e soluções de comunicação.
• Arquivo fisco em suporte papel acondicionado em estruturas de mobiliário ou salas de acesso restrito e controlado;
• Website da AquaValor: www.aquavalor.pt

IV- Abrangência pessoal e material da presente Política de privacidade:

A presente Política de Privacidade obriga a Associação, exclusivamente no que concerne aos dados pessoais que recolha, trate e faça circular.
Igual Política ou obrigações equiparadas serão ainda assumidas, por via contratual ou normativa, pelas entidades terceiras que tratarem esses mesmos dados pessoais em nome ou por conta da AquaValor.
A disponibilização através do referido website www.aquavalor.pt, e de outros links de acesso a outros websites alheios à AquaValor, é feita de boa fé e no interesse do utilizador, não podendo esta ser responsabilizada, seja por que forma for, pela recolha, tratamento e destino dos dados nesses Websites, nem pelas fiabilidade, exatidão, licitude e funcionalidades aí disponíveis, não lhes sendo, por conseguinte, aplicável esta política de privacidade.
A AquaValor considera obrigatória e presumirá para todos os efeitos, sem possibilidade de prova em contrário, que procederá à leitura das políticas de privacidade de todos os websites a que aceder.

V- A razão de ser e a publicitação desta Política de privacidade:

Para além de a implementar nos seus processos organizativos, a AquaValor redigiu a presente Política de Privacidade com o objetivo de disponibilizar, dar a conhecer e publicitar instrumento explicativo das regras gerais de privacidade e tratamento dos dados pessoais que recolhe, sempre no estrito cumprimento da Legislação atinente.
Para o efeito, o texto da presente Política de Privacidade estará disponível em suporte de papel afixado em local visível na sede da Associação, e em suporte digital no website www.aquavalor.pt.
O prescrito nesta Política de Privacidade complementa o estipulado na mesma matéria nos contratos, formais ou informais, que os visados celebram com a AquaValor.
A AquaValor reserva-se expressamente o direito de, a todo o tempo, alterar a presente Política de Privacidade, sendo o resultado delas devidamente publicitada pelos mesmos meios.

VI- Conceito de dados pessoais:

Por dados pessoais entender-se-á qualquer informação ou registo, de qualquer natureza e independentemente do respetivo suporte ou formato, designadamente som, imagem, escrito, quirógrafo ou caraterística, relativa a pessoa singular identificada ou identificável.
Considera-se identificável a pessoa que consiga ser direta ou indiretamente identificada por referência a um ou mais dados pessoais específicos, isoladamente considerados ou conjugados entre si, mormente da sua identidade física, fisiológica, psíquica, económica, étnica, cultural, geográfica, social ou a sua localização.

VII- A entidade responsável pelo tratamento dos dados pessoais:

A entidade responsável pela recolha e tratamento dos dados pessoais é a,
• AquaValor Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia da Água – Associação;
• NIPC: 515134465;
• Morada: Rua Dr. Júlio Martins Nº1, 5400-342 Chaves.
que, no contexto das relações que mantém com o titular dos dados pessoais estabelece, sempre sob fundamento lícito e legítimo, quais os dados recolhidos, os meios de tratamento e as finalidades dessa recolha e tratamento.

VIII- Tipos de dados pessoais recolhidos e tratados:

No âmbito da sua atividade a AquaValor recolhe e trata, designadamente:
1. Dados pessoais necessários à prestação de serviços, tratando neste âmbito dados como o nome, número de identificação fiscal, a morada, o número de telefone e o endereço de correio eletrónico entre outros estritamente necessários, proporcionais e lícitos que decorram do estrito cumprimento da relação contratual e de cumprimento de eventual obrigação legal.
2. Dados pessoais necessários à execução do contrato de trabalho ou de prestações de serviço celebrados com os seus colaboradores, tratando neste âmbito dados como o nome, número de documento de identificação e demais dados deste, número de identificação fiscal, composição do agregado familiar, número de segurança social, endereço números de telefone e o endereço de correio eletrónico, dados de saúde, de acesso, localização entre outros estritamente necessários, proporcionais e lícitos.
3. Dados pessoais necessários à gestão legal da Associação, tratando neste contexto dados dos associados e de representantes legais dos associados e outros órgãos da Associação.
4. Dados pessoais necessários ao cumprimento de obrigações legais, seja para com entidades públicas seja para com entidades privadas, tratando neste âmbito dados como o nome, número de documento de identificação e demais dados deste, número de identificação fiscal, composição do agregado familiar, número de segurança social, entre outros estritamente necessários, proporcionais e lícitos.
5. Dados necessários à gestão de clientes e fornecedores,
à contratação e gestão da relação contratual com clientes e fornecedores,
à adequação da prestação de serviços adequados às necessidades e interesses do Cliente, incluindo o envio de sugestões, ações de informação e marketing, dar a conhecer notícias sobre os serviços, à realização de inquéritos de satisfação, a gestão de reclamações, tratando neste âmbito, dados de identificação e dados de contacto, entre outros estritamente necessários, proporcionais e lícitos.
6. Todos os dados pessoais necessários ao exercício dos direitos da AquaValor no âmbito das relações aludidas nos itens anteriores, e na prossecução da sua atividade e interesse legítimo, mormente, à gestão contabilística, fiscal e administrativa, à gestão de contencioso, à prova judicial, à deteção de fraude, à proteção de receita e auditoria, à gestão de rede e sistemas, ao controlo da segurança da informação e da segurança física, e à segurança das instalações, podendo incluir dados de monitorização por meio de sistema de videovigilância no estrito cumprimento do quadro legal vigente no que respeita a medidas de autoproteção.
Sem embargo do cumprimento de normas legais, ou ordens legítimas provindas de autoridade competente, relativamente à conservação e transmissão de dados, a AquaValor procede somente ao tratamento de dados pessoais necessários à sua atividade, na justa e estrita medida exigida pela natureza da relação contratual ou de outra natureza, estabelecida com o titular desses dados, ou do consentimento deste, prévio, legítimo, lícito e informado, eventualmente existente.

IX- Momento e modo de recolha dos dados pessoais:

A AquaValor recolhe os dados pessoais diretamente junto do titular, através de meios digitais, como o website e através de correio postal e eletrónico.
Via de regra, os dados pessoais são recolhidos quando se inicia a relação, ou colaboração, contratual ou de outra natureza necessária à prossecução da atividade da AquaValor, entre esta e o titular dos dados.
O website da AquaValor contem formulários que permitem comunicação de dados. Estes serão enviados diretamente para a nosso sistema informático através de ligação cifrada, ficando apenas disponíveis para o responsável designado. Sempre que necessário, a informação será disponibilizada a outro recurso específico, para resolução do pedido.
Alguns dados pessoais são de recolha obrigatória e necessária para o início e normal e legal desenvolvimento da referida relação ou colaboração, pelo que na falta ou insuficiência desses dados, esta não se iniciará nem prosseguirá, sendo que, neste caso, a AquaValor informará o titular dos dados dessa natureza obrigatória e necessária.
Os dados recolhidos serão tratados documentalmente, seja em suporte de papel, seja digital, no estrito cumprimento da legislação que regula a proteção de dados pessoais, sendo armazenados e contidos em arquivos de papel e/ou base de dados específicas, criadas e geridas para o efeito e de acesso restrito e exclusivo aos colaboradores da AquaValor que necessariamente os têm de tratar na prossecução da atividade desta. Em situação alguma, os dados recolhidos serão utilizados para outra finalidade para além daquela para a qual foi dado o consentimento pelo titular, sendo este necessário, ou para a finalidade lícita e legítima que fundou a recolha.

X- Finalidades da recolha e tratamento dos dados pessoais:

No geral, os dados pessoais recolhidos visam a gestão de clientes, fornecedores e colaboradores, a contratação e gestão da relação contratual com clientes, fornecedores e colaboradores, o recebimento e/ou à prestação dos serviços/fornecimentos contratados, a adequação da prestação de serviços/fornecimentos às necessidades e interesses do cliente, o envio de sugestões, as ações de informação, o dar a conhecer campanhas, e notícias sobre os serviços, a realização de estudos de mercado e/ou inquéritos de satisfação, a gestão de reclamações, a gestão contabilística, fiscal e administrativa, a gestão de contencioso, a prova judicial, a deteção de fraude, a proteção de receita e auditoria, a gestão de rede e sistemas, o controlo da segurança da informação e da segurança física, a segurança das instalações, o cumprimento de obrigações legais e para as demais finalidades para as quais a Lei reconheça à AquaValor interesse legítimo.
Aquando da recolha dos dados, ou quando o solicitar, o titular será informado com mais detalhe sobre o tratamento a realizar sobre os dados recolhidos.

XI- Prazos de conservação dos dados pessoais:

Sempre que exista imposição legal especifica que obrigue a conservar os dados por um período de tempo mínimo, será este observado pela AquaValor.
A AquaValor manterá os dados pessoais armazenados durante o período de tempo mínimo, e estritamente necessário, à finalidade para a qual a informação é recolhida e tratada, ou até que obrigação legal de conservação seja cumprida, após o que os eliminará.

XII- Direito de acesso, retificação, oposição, apagamento, limitação e portabilidade dos seus dados pessoais:

É pela AquaValor garantido ao titular dos dados pessoais, o direito de acesso, retificação, oposição, apagamento, limitação e portabilidade dos seus dados pessoais.
O exercício destes direitos pode ser efetivado mediante comunicação escrita remetida para o endereço de correio postal sito na Rua Dr. Júlio Martins Nº1, 5400-342 Chaves, ou endereço de correio eletrónico geral@aquaValor.pt.
Caso considere pertinente, o titular de dados pode apresentar reclamação junto da Comissão Nacional de Proteção de dados - Av. D. Carlos I, 134 - 1.º 1200-651 Lisboa – Tel.: +351 213928400 - Fax: +351 213976832 - e-mail: geral@cnpd.pt

XIII- Medidas adotadas com vista à segurança dos dados pessoais:

A AquaValor observa as melhores práticas, para o que adota as medidas técnicas e organizativas adequadas ao risco, no domínio da segurança e da proteção dos dados pessoais, tendo para tal aprovado e implementado plano de conformidade com os objetivos, a Lei e o interesse dos titulares dos dados pessoais, capaz de acautelar a proteção dos dados que são disponibilizados por todos quantos de algum modo se relacionam com a AquaValor, de modo a protegê-los contra incidente que provoque, de modo acidental ou ilícito a destruição, a perda, a alteração, a divulgação ou o acesso, não autorizado, bem como, contra qualquer outra forma de tratamento ilícito.
Assim, os suportes de recolha de dados pessoais digitais ou em papel, sejam os preenchidos nas instalações físicas da AquaValor sejam no website, seja junto de algum dos colaboradores da AquaValor, ficam armazenados de forma segura nos nossos repositórios físicos e sistemas digitais a coberto de todas as medidas de segurança lógicas e físicas, avaliadas como adequadas para garantir a segurança da informação, incluindo dados pessoais.
Sempre que, na prossecução legítima e lícita dos objetivos da atividade da AquaValor, esta adote medidas de monitorização dos seus colaboradores, mormente no que concerne ao controlo de acessos, das tarefas e produtividade, da circulação e transporte, não só os visados terão conhecimento prévio da respetiva implementação como as ferramentas para o efeito usado assegurarão o mesmo nível segurança dos dados pessoais por elas recolhidos e tratados.
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XIV- Encarregado de Proteção de Dados pessoais:
Do referido plano de conformidade e segurança faz parte a existência em funções de um Encarregado de Proteção de Dados Pessoais designado, a quem incumbe, entre o mais, verificar esta Política de privacidade, manter claras as regras de tratamento de dados pessoais e comunicar com as autoridades de controlo, garantindo a todos quantos confiam à AquaValor o tratamento dos seus dados pessoais, o conhecimento efetivo do modo como esta os trata e quais os direitos que lhes assistem nessa matéria
Este poderá ser contactado através de luisa.tavares@cimat.pt

XV- Comunicação de dados a outras entidades, subcontratantes ou terceiros:
A AquaValor pode recorrer a subcontratantes para efeito de recolha e tratamento de dados, com as mesmas finalidades que aquela visa, obtendo dessas entidades por via contratual, garantia de reputação e obrigação de desenvolver as medidas técnicas e organizativas adequadas à proteção dos dados e assegurar a defesa dos direitos dos titulares. Em certas circunstâncias determinadas por Lei, determinados dados pessoais poderão ter de ser comunicados a autoridades públicas, como por exemplo autoridade tributária, tribunais e forças de segurança.
Deste modo, qualquer dessas entidades subcontratadas tratará os dados pessoais, em nome e por conta da AquaValor, no estrito cumprimento das suas instruções, sob obrigação de adotar as medidas técnicas e organizacionais adequadas ao risco de forma a proteger os dados pessoais contra a destruição, acidental ou ilícita, a perda acidental, a alteração, a difusão ou o acesso não autorizado e contra qualquer outra forma de tratamento ilícito.

XVI- Transferência de dados pessoais:

A prossecução da atividade da AquaValor pode implicar a transferência dos seus dados para fora de Portugal.
Nesta eventualidade a AquaValor cumprirá rigorosamente as disposições legais aplicáveis, nomeadamente quanto à determinação da fiabilidade e adequabilidade do País de destino no que respeita a proteção de dados pessoais e aos requisitos aplicáveis a tais transferências.