– água termal

Designação do projeto| THERM4SKIN – Bem-Estar Sem Pausa

Categoria do projeto| Projetos-Piloto Inovadores

Região de intervenção| Norte

Entidades beneficiárias| GEMC – Gestão de Equipamentos do Município de Chaves, E.M. S.A. , AquaValor – Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia da Água (CoLAB), UCP – CBQF – Universidade Católica Portuguesa, Centro de Biotecnologia e Química Fina

Data de início| 04-09-2023

Data de conclusão| 31-08-2026

Investimento total| 197 226,00 €

Apoio financeiro| 147 920,00 €

Entidades financiadoras| BPI – Fundação La Caixa / Fundação para a Ciência e Tecnologia – FCT

Equipa AquaValor| Maria José Alves (PI) / Ramiro Gonçalves (Investigador) / Cátia Fidalgo (Investigadora) / Daniela Correia (Investigadora) / Eduardo Lage (Investigador) / Pedro Moreira (Investigador) / José Santos (Investigador)

Descrição do Projeto

O projeto “Therm4Skin – Bem-estar sem pausa” propõe avaliar e validar as propriedades bioativas a nível cutâneo e capilar da água termal de Chaves com o intuito de promover o bem-estar em mulheres no período de peri ou menopausa, através do desenvolvimento de novos produtos dermocosméticos. As formulações a desenvolver serão mais sustentáveis comparativamente a produtos dermocosméticos existentes no mercado e permitirão alargar/enriquecer a linha de cosmética já existente nas Termas de Chaves. O projeto pretende assim valorizar este produto endógeno (a água termal) da região do Alto-Tâmega através de formulações sustentáveis inovadoras (água micelar e um produto capilar), direcionados para uma faixa etária específica (nicho de mercado). Os produtos dermocosméticos serão testados e prototipados em ambiente industrial. Em suma, o projeto promoverá a sustentabilidade e a valorização científica e económica de ativos naturais locais.

Principais Resultados (esperados)

O projeto Therm4Skin terá como principal resultado/output o desenvolvimento de uma linha de produtos dermocosméticos multifuncionais sustentáveis cutâneos e capilares (água micelar e produto capilar) à base da água termal de Chaves. Estes produtos dermocosméticos direcionam-se a mulheres numa faixa etária específica, entre 36-55 anos (peri e menopáusicas), com a finalidade de promover o bem-estar face a alterações na pele e cabelo, sintomatologias associadas a este processo biológico natural na vida de uma mulher. Este output permitirá uma gestão eficiente e sustentável, e o aproveitamento de um recurso hídrico endógeno da região do Alto-Tâmega, bem como a sua valorização e dos seus efeitos terapêuticos e dermocosméticos. Resultará ainda em desenvolvimentos científicos significativos e na respetiva transferência para o mercado, o que permitirá o estudo pós-projeto de novos produtos dermocosméticos com novas aplicações, promovendo o uso deste recurso natural e o desenvolvimento da economia regional.


Cofinanciado por:

Designação do projeto| OralTherm – Saúde Oral pela Água Termal

Categoria do Projeto| Projetos de I&D Mobilizadores

Região de intervenção| Norte

Entidades beneficiárias| UCP – CIIS Universidade Católica Portuguesa, Centro Interdisciplinar de Investigação em Saúde , AquaValor – Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia da Água (CoLAB), PROTERMAS – Gestão e Exploração de Termas, LDA, Câmara Municipal de Vimioso

Data de início| 06-10-2023

Data de conclusão| 31-10-2026

Investimento total| 301 945,00 €

Apoio financeiro| 241 557,00 €

Entidades financiadoras| BPI – Fundação La Caixa / Fundação para a Ciência e Tecnologia – FCT

Equipa AquaValor| Maria José Alves (PI) / Ramiro Gonçalves (Investigador) / Jani Silva (Investigadora) / Cátia Fidalgo (Investigadora) / Daniela Correia (Investigadora) / Juliana Garcia (Investigadora) / Catarina Milho (Investigadora) /  José Martins (Investigador) /  José Santos (Investigador)

Descrição do Projeto

O projeto OralTherm propõe avaliar e validar, junto dos aquistas das Termas de Vimioso, a aplicabilidade da água termal (AT) na promoção da saúde oral com o desenvolvimento de uma solução de higiene oral de base termal e a criação de um produto termal que associe indicações terapêuticas do termalismo clássico à componente de saúde e bem-estar oral. O consórcio do projeto reúne competências distintas, mas complementares: o UCP-CIIS tem experiência no estudo da relação do microbioma e biomarcadores moleculares com a saúde oral; o AquaValor tem valências na caracterização das bioatividades das AT, e na formulação de produtos de bemestar; a Protermas tem um elevado knowhow na terapêutica termal; o Município de Vimioso apresenta um conhecimento sólido sobre o impacto da AT na sustentabilidade local e regional. Prevê-se a incorporação de inovação no setor das AT baseada na geração de conhecimento científico, e a promoção do desenvolvimento socioeconómico das regiões onde estas existem.

Principais Resultados (esperados)

Linha de Ação 1 – Avaliação in vitro das propriedades bioativas da água termal de Vimioso

Nesta linha de ação irão ser avaliadas, in vitro, as bioatividades antimicrobiana, anti-inflamatória e cicatrizante da água termal de Vimioso. Prevê-se um relatório descritivo das bioatividades da água termal de Vimioso, bem como da sua conjugação com extratos de plantas aromáticas e medicinais endógenas.

Linha de Ação 2 – Desenvolvimento e validação de uma solução de higiene oral de base termal

Desta linha de ação espera-se desenvolver e validar uma solução de higiene oral de base termal com incorporação de extratos de plantas aromáticas e medicinais endógenas. Será elaborada uma ficha técnica da solução de higiene oral de base termal.

Linha de Ação 3 – Desenvolvimento e validação de um novo produto termal

Esta linha de ação focar-se-á no desenvolvimento e validação de um produto termal que associe as indicações terapêuticas do termalismo clássico com a promoção da saúde oral, e na qualificação da nova indicação terapêutica da água termal. Prevê-se a elaboração de um protocolo relativo ao procedimento terapêutico e médico-hidrológico das águas termais para a promoção da saúde e bem-estar oral.


Cofinanciado por:

A AquaSummer School, iniciativa desenvolvida no contexto do AquaValor, em parceria com o IPB, a Comunidade Intermunicipal do Alto Tâmega (CIMAT) e o Município de Chaves, decorreu em Chaves com o principal objetivo de promover a aquisição de conhecimentos relativos à agua entre os jovens do ensino secundário. Ao longo de uma semana, cerca de 30 jovens participaram em atividades laboratoriais, pedagógicas, lúdicas e culturais.

Esta Escola de Verão que teve as suas atividades a serem realizadas nas instalações do AquaValor, nomeadamente nos seus vários laboratórios de I&D, possibilitou também que os participantes pudessem ficar a conhecer a cidade termal de Chaves, bem como terem contacto com todo o conjunto de potencialidades culturais, económicas e turísticas que este concelho tem para oferecer.

Em termos científicos, o programa abordou a temática da água de forma multidisciplinar, promovendo em paralelo atividades de ensino não formal e experimentação, que foram sempre acompanhadas pelos investigadores do AquaValor. O nível de especialização desta equipa em muito contribuiu para que a Aqua Summer School fosse não só um sucesso, mas que fosse em simultâneo uma ação de estímulo à transferência de conhecimento nas áreas científicas da química clássica, microbiologia, metais pesados, e da própria água termal.


Entre os dias 16 e 18 de maio realizou-se no Centro de Congressos de Lisboa o encontro anual de Ciência, Tecnologia e Inovação em Portugal, Ciência ’22. O AquaValor, em parceria com o CIMO-IPB, o Cedri-IBP, a UBI, a FCUL e a empresa TARH, apresentou o projeto Aquae Vitae, financiado pelo programa Promove Futuro do Interior, a convite do BPI|Fundação “La caixa”.


Designação do projeto| Aquae Vitae – Água Termal como Fonte de Vida e Saúde

Categoria do projeto| Projetos de I&D Mobilizadores

Região de intervenção| NORTE – CENTRO – LISBOA E VALE DO TEJO

Entidades beneficiárias| 600013758 – CIMO-IPB, Centro de Investigação de Montanha do Instituto Politécnico de Bragança (Beneficiária Líder) | 515134465 – AQUAVALOR – Centro de Valorização e Transferência de Tecnologia da Água| 600013758 – CeDRI-IPB, Centro de Investigação em Digitalização e Robótica Inteligente do IPB, 502083514 – UBI, Universidade da Beira Interior, 504462454 – TARH, Terra, Ambiente e Recursos Hídricos, 502618418 – FCUL, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

Data de início| 01-09-2021

Data de conclusão| 30-03-2024

Investimento total| 629 032,50 €

Apoio financeiro| 503 826,00€

Entidades financiadoras| BPI – Fundação La Caixa / Fundação para a Ciência e Tecnologia – FCT

Equipa AquaValor| Maria José Alves (Responsável de Linha) / Ana Coelho (Investigadora) / André Lemos (Investigador)/ Catarina Milho (Investigadora) / Cátia Fidalgo (Investigadora) / Daniela Correia (Investigadora) / Frederico Branco (Investigador) / Jani Silva (Investigadora) / José Martins (Investigador) / Juliana Garcia (Investigadora) / Pedro Moreira (Investigador) / Rafaela Guimarães (Investigadora) / Ramiro Gonçalves (Investigador)

Descrição do Projeto

O projeto Aquae Vitae foca a prevenção da doença e a promoção da saúde e bem-estar, debruçando-se na avaliação dos efeitos terapêuticos da água termal tendo em conta a sua composição química e microbiológica, no desenvolvimento de bebidas e/ou alimentos funcionais de base termal com possível incorporação de compostos bioativos naturais, na criação de produtos cosméticos sustentáveis de base termal, e na avaliação da sustentabilidade dos recursos hidrominerais e geotérmicos regionais. É um projeto multidisciplinar, agregador de conhecimento e visa o desenvolvimento socioeconómico regional e nacional, suportado por um consórcio de entidades complementares.

Principais Resultados (esperados)

Linha de Ação 1 – Efeitos terapêuticos da água termal

Nesta linha de ação irá ser realizada uma caracterização química e um studo do efeito do hidrogenoma das diferentes águas termais com vista à obtenção de novos tratamentos termais e à promoção da saúde, bem como da atividade. Paralelamente, vão ser diagnosticados os potenciais impactos socioeconómicos dos tratamentos termais no SNS (Ex: procura por cuidados de saúde) e na Segurança Social (Ex: baixas médicas). Em suma, prevê-se atingir um novo protocolo com novas bioatividades de base termal e de um relatório de impacto da água termal e do termalismo na saúde pública, no SNS e na SS.

Linha de Ação 2 – Desenvolvimento de bebidas e/ou alimentos funcionais

Desta linha de ação espera-se a obtenção de bebidas e produtos alimentares de valor acrescentado através da incorporação de águas minerais naturais e com aproveitamento de recursos endógenos da região. Nesta linha estão a ser desenvolvidos formulações de pão e chás usando diferentes matrizes, com o objetivo de avaliar o efeito da água mineral natural nas características físico-químicas e na composição nutricional destes produtos.

Linha de Ação 3 – Cosméticos sustentáveis à base de água termal

Desta linha de ação espera-se  a obtenção de produtos cosméticos através da conjugação de água termal com compostos bioativos de base natural e/ou resíduos agroindustriais que potenciem estes produtos. Estão a ser desenvolvidos estudos, até ao momento, as partes aéreas da produção de mirtilo e folhas de figueira. Estão a ser feitos estudos de bioatividade das águas e dos bioresíduos através da avaliação das suas propriedades antioxidante, antimicrobiana, citotóxica e anti-inflamatória.


Cofinanciado por:

No seguimento do desenvolvimento da solução multidisciplinar de validação dos efeitos terapêuticas dos tratamentos termais, construída no âmbito do projeto “Observatório da Atividade Termal” apoiado pela Fundação La Caixa, o AquaValor iniciou no passado dia 8 de setembro um novo estudo piloto no Balneário Termal de Chaves, contando agora com a participação de 21 novos voluntários.

A solução desenvolvida e que visa monitorizar individualmente os aquistas ao longo do seu período de tratamento, é composta por três grandes eixos:

  • 1) a utilização de dispositivos móveis usáveis (smartbands) que monitorizam 24h/dia os aquistas;
  • 2) a colheita de amostras biológicas para controlo analítico; e
  • 3) a realização de inquéritos individuais direcionados a caracterizar a perceção e o impacto que as várias patologias têm nos aquistas antes e depois da realização dos tratamentos.

Cofinanciado por:

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